Jornal Abertura - janeiro - fevereiro 2026 - disponível para dowload
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Publicamos a carta de ano novo da CEPA - O ICKS é adeso à CEPA.
1º de janeiro de 2026
À comunidade espírita da CEPA e às
pessoas afins:
Um novo ano amanheceu, com 365
oportunidades no horizonte. Recordemos o que foi vivido para celebrar as
conquistas; felicitemo-nos pelos objetivos alcançados; reflitamos sobre o que
ficou pendente para melhorar; aceitemos e aprendamos, com humildade e honestidade,
aquilo que hoje precisa ser corrigido. Com esse senso de compromisso e
maturidade espiritual, convido-lhes a olharmos para 2026.
Que a esperança de um amanhã melhor
não seja uma vã ilusão. Depende de nós aquilo que possamos aportar a esse
amanhã, trabalhando desde o hoje. Que o desejo de saúde não seja apenas uma
intenção, mas que possamos fazer a nossa parte, para que nosso corpo e nossas
circunstâncias se alinhem a esse objetivo. Que a paz que almejamos, não apenas
para os que vivem em conflito, mas também para os nossos povos, possa ser
construída pelo que fazemos em nosso entorno, em nosso círculo familiar e em
nossa comunidade. Enfim, deixemos os que sonham, sonhar, e, como espíritas
conscientes do que viver implica, saiamos nós para realizar.
Que a gratidão a Deus, aos Bons
Espíritos, aos Mentores Espirituais, aos Familiares Esclarecidos e a todos os
Colaboradores Espirituais seja a atitude que nos mantenha em uma sintonia
positiva, otimista e aberta a tudo de bom que concretizaremos. Isso não como um
ato de ilusão, mas como uma verdade alcançada pela consciência e pela certeza
que a filosofia espírita proporciona.
Obrigado por nos terem apoiado,
acompanhado, colaborado, participado, lido, questionado, contribuído,
conversado, meditado, refletido e, sobretudo, acolhido com afeto. Sentimos a
sua proximidade, que rompe toda barreira imposta pela distância, e nos fortalecemos
com ela, além do senso de compromisso que nos ilumina. Obrigado por fazer parte
desta família ou, ao menos, por estar perto de nós.
Sigamos construindo o futuro, com consciência, trabalho e solidariedade.
1 de enero de 2026
A la comunidad espírita de CEPA y personas afines:
Un nuevo año amaneció, con 365 oportunidades en el
horizonte. Recordemos lo vivido para celebrar los logros; felicitémonos por los
objetivos alcanzados; reflexionemos sobre lo que quedó pendiente por mejorar;
aceptemos y aprendamos con humildad y honestidad lo que hoy necesita ser
corregido. Con este sentido de compromiso y madurez espiritual, les invito a
que veamos el 2026.
Que la esperanza de un mejor mañana no sea una vana
ilusión. Queda de nosotros lo que podamos aportar a ese mañana, trabajando
desde el hoy. Que el deseo de salud no sea apenas una intención, sino que
podamos hacer nuestra parte, para que nuestro cuerpo y nuestras circunstancias
se alineen con este objetivo. Que la paz que anhelamos, no solo para quienes
viven en conflicto sino también para nuestros pueblos, pueda ser construida por
lo que hacemos en nuestro entorno, en nuestro círculo familiar y en nuestra
comunidad. En fin, dejemos a los que sueñan, soñar, y como espiritistas
conscientes de lo que el vivir conlleva, salgamos nosotros a hacer.
Que la gratitud a Dios, a los Buenos Espíritus, a los
Mentores Espirituales, a los Familiares Esclarecidos y a todos los
Colaboradores Espirituales, sea la actitud que nos mantenga en una onda
positiva, optimista y de apertura a todo lo bueno que concretaremos. Esto, no
como un acto de ilusión, sino como una verdad alcanzada por la consciencia y la
certidumbre que da la filosofía espiritista.
Gracias por habernos apoyado, acompañado, colaborado,
participado, leído, cuestionado, aportado, conversado, meditado, reflexionado
y, sobre todo, abrazado emotivamente. Sentimos su cercanía, que rompe toda
barrera impuesta por la distancia, y nos fortalecemos con esta, además del
sentido de compromiso que nos ilumina. Gracias por ser parte de esta familia o,
por lo menos, estar cerca de nosotros.
De una forma directa o indirecta, la presencia de
cada persona que se asoma a lo que hacemos desde CEPA – Asociación Espírita
Internacional, nos vigoriza y nos impulsa a continuar haciendo, mejorando y
comprometiéndonos con hacer nuestra parte por un mundo mejor.
Sigamos construyendo futuro, con conciencia, trabajo
y solidaridad.
Gisela Coimbra Régis, redigitou e atualizou a gramática do
trabalho apresentado em 1991, quando o GPCEB estava na metade da sua vida útil.
O GPCEB esteve operando fortemente por 10 anos.
Nosso objetivo aqui é valorizar os talentos que estas
pessoas já possuíam a três décadas atrás.
Um grupo de cinco jovens, composto por MARCELO REGIS,
REINALDO DI LUCIA, ALEXANDRE MACHADO, VLADIMIR GRIJÓ, todos engenheiros, ADEMAR
CHIORO, médico, em sua primeira formação e depois GISELA C REGIS, biomédica,
pertencentes a Mocidade Espirita Estudantes da Verdade, do Centro Espirita
Allan Kardec, de Santos, ansiando por novos meios de estudo, resolveram se unir
em julho de 1986. Este artigo conta o que foi feito nos primeiras 5 anos.
Você pode acessar este trabalho no Blog do ICKS: https://icksantos.blogspot.com/2025/02/historico-e-metodo-de-trabalho-sobre.html
Se você quiser também ler outros trabalhos do GPCEB, basta
ir ao Blog do ICKS:
https://icksantos.blogspot.com/
na coluna da direita busque por MARCADORES, então escolha GPCEB -
Grupo de Pesquisas Científicas Ernesto Bozzano.
O ICKS conta atualmente com três dos seis membros originais do GPCEB,
Alexandre C. Machado, Gisela C.
Régis e Marcelo C. Régis, assim estamos
fazendo um esforço para resgatar e trazer de volta as pesquisas importantes
realizadas por este grupo.
Todos os antigos formadores do grupo seguiram ativos no
Movimento Espírita, alguns participando no CPDoc mas principalmente
apresentando trabalhos nos Simpósios Brasileiros do Pensamento Espírita.
Através de trabalhos individuais, sem considerar os feitos em grupo, ao todo
foram 32 contribuições destas pessoas ao Conhecimento Espírita. Como podem ver
na tabela abaixo.
Esperamos que vocês nossos leitores possam encontrar bons
exemplos e que sirva de motivação permanente para o desenvolvimento do
espiritismo progressivo.
Este artigo foi publicado no jornal Abertura de março de 2025.
Queres ler o jornal completo? Clique aqui:
https://cepainternacional.org/jornal-abertura-marco-de-2025/
Jon Aizpúrua
PEDRO BARBOZA DE LA TORRE
Homem de interesses
intelectuais multidisciplinares e amplo conhecimento cultural, com uma
trajetória de serviço excepcional, Pedro Alciro Barboza de la Torre foi, e
continua sendo, uma figura essencial no mundo cultural, não apenas de
Maracaibo, sua cidade natal, mas de toda a nação venezuelana.
Para compreender
plenamente sua personalidade multifacetada, desenvolvida ao longo de sua vida
privada e carreira pública, é necessário considerar Pedro Barboza nestes papéis
fundamentais: homem de família, advogado, educador, historiador, maçom, espiritualista
e escritor — todos intimamente interligados em um todo coerente, oferecendo um
perfil harmonioso de sua jornada de vida.
Familia e educação
Filho de Pedro René Barboza e Ángela
María de la Torre Pacheco, nasceu em 8 de novembro de 1917, em Maracaibo,
capital do estado de Zulia. Faleceu na mesma cidade em 29 de junho de 2002. Em
casa, assim como com seus irmãos Estanislao e Ángela, recebeu lições de amor e
responsabilidade que deixaram uma marca indelével em seus sentimentos,
princípios, valores e conduta cívica e social. Em 1942, casou-se com Mary
Pereira Arria, uma união feliz que durou toda a sua vida e deu frutos em suas
filhas, Iris Marina e Alina Marina, a quem ele e sua esposa transmitiram os
mesmos ensinamentos morais e espirituais que ele havia recebido.
Movido por uma sede de
conhecimento, demonstrou amor pela leitura desde a infância, para grande
alegria de seu pai, que era professor em escolas e liceus. Após concluir o
ensino fundamental, prosseguiu seus estudos no Colégio Nacional de Maracaibo,
cujo diretor era o ilustre humanista e poeta Jesús Enrique Lossada, que exerceu
uma poderosa e benéfica influência no desenvolvimento progressivo de suas
ideias filosóficas, sociais e políticas. A Venezuela encontrava-se então nos
estágios finais do regime ditatorial liderado por Juan Vicente Gómez, e os
estudantes sofriam com a repressão policial por sua luta acirrada para
destituir o tirano, colocando em risco seus estudos e suas próprias vidas. O
jovem Pedro Barboza uniu-se a esse movimento com fervor idealista, escrevendo
seus primeiros textos em defesa dos estudantes e pela chegada da democracia,
que finalmente se concretizaria em 1936, após a morte do autocrata. Cabe
ressaltar que, embora não fosse filiado a nenhum partido político, suas
simpatias e convicções, claramente identificadas com os princípios
democráticos, o levariam ao longo de sua vida a apoiar, por meio de seus
escritos, discursos e do exercício do direito ao voto, as opções ligadas ao
pensamento social-democrata.
Ele cursou seus estudos universitários na
Faculdade de Ciências Políticas de Maracaibo, então parte da Universidade dos
Andes, com sede na cidade andina de Mérida. A Universidade de Zulia havia sido
fechada em 1904 pelo regime autocrático do General Cipriano Castro e só
reabriria em 1946, com o Dr. Lossada como seu novo Reitor. Dois anos antes,
Pedro Barboza havia se formado em Direito, seguido por um doutorado em Ciências
Políticas. Por vinte anos, dedicou-se à advocacia privada, conquistando
merecido prestígio na região de Zulia por sua sólida formação profissional, aliada
à sua imparcialidade e comprovada integridade.
Exercício profissional da advocacia e ensino
Após a reabertura da Universidade de
Zulia, Pedro Barboza começou a lecionar diversas disciplinas relacionadas ao
direito, história e outras áreas das humanidades. Em 1964, aposentou-se da
advocacia privada e ingressou no corpo docente da universidade como professor
titular, alcançando, eventualmente, o título de Professor Catedrático, o mais
alto na hierarquia acadêmica. Por mais de 50 anos, milhares de alunos
frequentaram suas aulas em sua alma mater, apreciando suas habilidades
pedagógicas e a profundidade de seu ensino. Sempre expressaram gratidão,
respeito e carinho por ele. Além de lecionar, ocupou diversos cargos de
liderança administrativa na universidade, incluindo Diretor da Faculdade de
Direito, Diretor da Faculdade de Jornalismo e Coordenador do Conselho de
Desenvolvimento Científico e Humanístico. Também atuou como Presidente da Ordem
dos Advogados do Estado de Zulia.
Ao longo de sua vida,
Barboza demonstrou uma impressionante paixão pela história, que perdurou
ininterruptamente pelas últimas seis décadas de sua vida, complementando
perfeitamente suas atividades acadêmicas, jurídicas e filosóficas. Sua pesquisa
se concentrou principalmente em capturar a essência e o caráter de Maracaibo
por meio de esboços biográficos de suas figuras mais proeminentes, desde os
heróis da independência até seus principais cientistas, educadores, escritores
e artistas. Não é surpresa que ele tenha sido nomeado membro titular da
Academia Estadual de História de Zulia, da qual mais tarde se tornaria
presidente.
Vida Maçônica
Barboza teve uma carreira notável na
Maçonaria venezuelana e latino-americana, onde se destacou por seus dons intelectuais
e sua oratória fluida e envolvente. Seguindo os passos de seu pai, maçom de
longa data, foi iniciado em 1947 na Loja Regeneradores nº 6, em Maracaibo. Lá,
completou todas as etapas de formação exigidas pela Ordem do Esquadro e
Compasso, alcançando o 33º Grau, o mais alto do Rito Escocês Antigo e Aceito.
Em sua Loja, ocupou todos os cargos, chegando a servir como Venerável Mestre
por vários mandatos, mas sua maior distinção veio em sua função como
Procurador, graças à sua admirável eloquência e habilidade pedagógica em
explicar qualquer assunto em discussão. Em reconhecimento às suas virtudes
maçônicas, foi nomeado Grão-Mestre Adjunto da Grande Loja da República da
Venezuela e, em homenagem a este ilustre mestre maçom, seu nome foi adotado
como epônimo de uma das lojas em sua cidade natal.
Dedicação ao espiritismo
Pedro Barboza de la Torre nasceu e
cresceu em um lar espírita. Seu pai, Pedro René, foi um dos fundadores e
líderes ativos da Sociedade Espírita Kardeciana de Maracaibo, juntamente com
notáveis estudiosos do Espiritismo como Isidro Valles, Valmore Rodríguez,
Manuel Matos Romero e Alberto Hernández, que também se destacaram como líderes
sociais e culturais na capital do estado de Zulia.
Desde jovem, leu os
principais autores espíritas, a começar por Allan Kardec, com cujas obras
sentia uma afinidade especial e às quais se referiria frequentemente em seus
trabalhos espíritas posteriores, tanto em obras escritas quanto nas numerosas
palestras que proferiu. Com base no conhecimento adquirido nos círculos
acadêmicos, logo aprendeu a aplicá-lo à compreensão dos fundamentos
doutrinários do Espiritismo, um sistema de pensamento que ele claramente
identificava como uma filosofia científica com consequências morais e sociais.
Decididamente secular e livre-pensador, Barboza expressou sua discordância com
a noção de que o Espiritismo deveria ser considerado uma religião, embora
respeitasse com espírito tolerante aqueles que tinham opiniões diferentes.
Compreendendo a
necessidade de o movimento espírita na Venezuela ser melhor organizado e de
desenvolver programas de estudo seguindo sólidos princípios pedagógicos,
Barboza liderou a fundação, em 1958, da Sociedade Venezuelana de Pesquisa
Psíquica, dentro da qual também seriam realizadas sessões mediúnicas
devidamente guiadas e supervisionadas. Seguindo essa linha de pensamento, em
1960, ele fundou a Federação Espírita Venezuelana (FEV) com o objetivo de unir
os centros espíritas que operavam em todo o país, com sede em Maracaibo. Nesse
admirável empreendimento, ele foi acompanhado por líderes espíritas de
renomadas qualidades intelectuais, sólido conhecimento espírita e evidente
integridade moral, entre os quais devemos mencionar José Naranjo Carrillo,
Celmira de Pugh, Rosa Virginia Martínez, Gastón Chocrón, José Bromberg e Ramón
Ocando Pérez. A presença dessas figuras públicas e sua adesão ao Espiritismo
conferiram a esta religião um nível de respeitabilidade social nunca antes
alcançado na Venezuela.
A Federação Espírita
Venezuelana (FEV) cumpriu seus objetivos da melhor maneira possível e, para
tanto, promoveu uma série de iniciativas concretas. Foi fundada a Livraria
Espírita Venezuelana para vender e distribuir obras espíritas produzidas por
editoras da Argentina e do México a preços acessíveis; a revista "Ciência
e Consciência" foi criada para dar espaço às reflexões de escritores
espíritas da época e para divulgar notícias sobre o progresso do movimento
kardecista na América e na Europa; foi estabelecida a Associação Venezuelana de
Jovens Espíritas para atrair e reunir jovens interessados em aprender sobre a
doutrina espírita; e foram promovidas visitas de líderes da Federação a grupos
espíritas ativos e sérios no país para apoiá-los em seu trabalho, reorientando
critérios e procedimentos doutrinários na área da mediunidade que precisavam
ser adaptados às normas inerentes ao corpo de ideias teóricas e práticas do
kardecismo.
Como era perfeitamente
natural, a Federação Espírita Venezuelana (FEV), sob o ímpeto dinâmico de seu
presidente, estabeleceu laços com os líderes da Confederação Espírita Argentina
(CEPA) (então Confederação Espírita Pan-Americana e posteriormente Associação
Espírita Internacional CEPA) com o objetivo de forjar relações de trabalho
colaborativas em apoio ao ideal espírita. Aproveitando uma visita de Barboza a
Buenos Aires em 1962, como representante oficial do Ministério da Educação da
Venezuela em um seminário patrocinado pela UNESCO, o presidente da FEV proferiu
uma palestra no auditório da Confederação Espírita Argentina, concedeu uma
extensa entrevista à sua revista oficial "La Idea" e, a partir de
então, as relações entre a federação venezuelana e a mais alta entidade
espírita pan-americana foram formalizadas.
Uma distinta delegação
venezuelana, chefiada por Barboza, participou do VI Congresso Espírita
Pan-Americano, realizado na capital argentina em outubro de 1963. Três anos
depois, ele foi responsável pela organização do VII Congresso em Maracaibo,
tarefa que repetiu ao liderar o XI Congresso, também realizado na capital do
estado de Zulia. De fato, a partir de então, não houve evento espírita de
âmbito regional ou pan-americano em que sua presença não fosse sentida,
encantando os participantes com suas magníficas e instrutivas apresentações.
Representando o C.E.P.A. (Centro para a Promoção do Espiritismo), como seu
Delegado Oficial, dedicou-se por quatro décadas como incansável promotor do
ideal espírita em toda a Venezuela e em diversas partes das Américas,
principalmente na Colômbia, Equador, Argentina, Porto Rico, Honduras,
Guatemala, México e Miami. Por todas essas razões, sua eleição em 1990, por
decisão unânime do XV Congresso Espírita Pan-Americano, realizado em Caracas,
como Presidente do C.E.P.A., foi um feito notável. para o mandato seguinte de
três anos, não poderia ter sido mais justo e merecido.
Escritor de
multipla e variada obra
Escritor de grande
produção, de estilo refinado e elegante, dedicou a maior parte da sua vida a
uma rotina exaustiva de trabalho intelectual, centrada no vasto mundo da
literatura, tendo como recurso indispensável a sua extensa biblioteca. Eleito
pelos seus colegas de Zulia, tornou-se presidente da Associação de Escritores.
Desta vocação incessante e apaixonada pela escrita surgiram inúmeros livros,
monografias, panfletos, manuais, prólogos, artigos e crônicas jornalísticas,
que o colocam numa posição de destaque na literatura venezuelana do século XX.
Mencionaremos apenas alguns títulos-chave da sua vasta obra, distribuída pelas
diversas áreas temáticas que ocuparam a sua atenção:
A sua especialização
jurídica manifestou-se em dezenas de trabalhos doutrinários sobre a natureza do
direito e sobre a relação entre o direito e as ciências sociais, publicados em
revistas científicas, e nas obras *Sociologia Jurídica* e *Influência do Direito
Antropológico no Direito Especial*, recomendadas como livros didáticos
universitários.
No campo da pedagogia,
devem ser mencionados seus livros *Recursos para Acadêmicos*, *O Bibliotecário
Universitário como Professor*, *Manual de Pesquisa Bibliográfica* e
*Planejamento Metodológico de Pesquisa*.
De sua vasta produção
maçônica, temos: *Curso de Aprendiz de Maçom*, *Curso de Companheiro Maçom*,
*Curso de Mestre Maçom*, *Manual dos 33 Graus da Maçonaria* e *Maçonaria em
Ação*.
É claro que a
literatura espírita deve muito ao seu talento inesgotável, ao seu amor pelo
estudo e pela pesquisa, à sua dedicação ao ensino dos princípios do Espiritismo
e ao seu compromisso em moldar uma cultura espírita, divulgando e promovendo a
compreensão da doutrina espírita em seu verdadeiro caráter filosófico,
científico, moral, sociológico, plenamente humanista e de livre-pensamento.
Barboza escreveu extensivamente para ajudar a alcançar esses objetivos e
documentou isso em vários livros e artigos publicados nas Américas. Dada a sua
quantidade, é muito difícil listá-los todos aqui, embora estejam disponíveis
para auxiliar os estudiosos: Comentários sobre a Doutrina Espírita, Cronologia
Espírita, Espiritismo para Católicos, Espiritismo para Espíritas, O Monsenhor
Espírita Enrique María Dubuc, Desenvolvimento de Médiuns, Repertório
Experimental para Mediunidade, Da Sombra do Dogma à Luz da Razão.
A marca de seu legado espirita
Um exemplo de homem
culto que soube conectar o conhecimento adquirido na universidade e nos
círculos acadêmicos com os ideais espíritas. Um pensador elevado, que jamais
deixou de agir com humildade e generosidade. Secular, racionalista e de
espírito livre, era também aberto e tolerante a todas as crenças. Compreendendo
que o Espiritismo precisava ser organizado em grupos dinâmicos e em sintonia
com os tempos, nunca poupou esforços ou recursos para promover a criação de
sociedades e federações espíritas, viajando por todo o mundo para ministrar
seminários e palestras. Eficiente diretor de sessões mediúnicas, sempre agiu
com sabedoria, firmeza, respeito e serenidade para obter os melhores resultados
do diálogo e da troca com o mundo espiritual. Generoso no apoio aos líderes
emergentes das novas gerações, estava sempre pronto a compartilhar seu vasto
conhecimento e extensa experiência. Por todas essas razões, e muitas outras,
não é possível desconsiderar a figura de Pedro Alciro Barboza de la Torre ao
relembrar e avaliar o Espiritismo na América durante o século XX.
Abrindo a Mente: A Terra, o cometa 3IAtlas e o Mundo de Regeneração
Nos últimos 3 meses uma grande agitação acometeu os
terráqueos de todos os matizes, a aproximação de um cometa extrassolar
causou toda uma plêiade de hipóteses,
para dizer o mínimo. Muitos chegaram a dizer tratar-se de uma nave alienígena.
Foto NASA
Alguns espíritas ressuscitaram a ideia de um planeta chupão.
Lembrando a ideia de que um planeta chupão seria enviado ao nosso planeta para
garantir a regeneração planetária, em algum momento este planeta se aproximaria
da Terra e “abduziria” os espíritos trevosos, com isto ficariam no planeta só
os bons espíritos. Este planeta alteraria o eixo da Terra, conforme previsão de
Ramatis, deveria ter ocorrido no ano 2000. Em 2000 só tivemos o bug do milênio,
que na realidade não foi tão complicado como muitos alarmistas previam, mas a
Terra segue a sua trajetória normal.
O cometa 3IAtlas - esta nomenclatura se dá por ser o Terceiro
Cometa Interestelar detectado pelo sistema Atlas (descoberto pela estação do
Asteroid Terrestrial -Impact Last Alert System (ATLAS) no, Chile, em 1 de
julho de 2025.). Ele tem características peculiares, mas é um cometa, não uma
nave espacial. Sua aproximação máxima da Terra ocorrerá em 20 de dezembro de
2025 a 1,8 UA, ou seja, o cometa estará a uma distância de quase duas vezes a
distância média da Terra para o Sol, ou seja, muito longe.
Papel da ciência - O legal é que vários instrumentos estão
estudando o cometa, ele foi observado perto de Marte e a sonda Clipper, em rumo
da lua Europa de Júpiter, passará por sua calda, entre 30 de outubro a 6 de
novembro de 2026 e poderá observar utilizando seus instrumentos. Os telescópios
espaciais Hubble e James Webb também fizeram observações. Dezenas de trabalhos
científicos serão publicados. Aprenderemos sobre estes objetos que hoje
conseguimos detectar.
A mudança da Terra, de planeta de provas e expiações se dará
pelo nosso esforço político e social e não por ação divina. Cabe a nós
terráqueos fazermos este trabalho.
Este artigo foi publicado no jornal Abertura de dezembro de 2025.
Quer ler o jornal completo baixe aqui:
Para abrir mais a sua mente: leia: OVNIS e o Planeta Chupão de minha autoria https://icksantos.blogspot.com/2022/11/ovinis-e-planetas-chupao-por-alexandre.html
Esperamos que todos vocês
nossos amigos tenham um excelente 2026, com amor, fraternidade e alegrias!
Nosso Jornal sairá em fevereiro e será a edição de
janeiro-fevereiro – O ICKS está de férias em janeiro.
Como comunicamos anteriormente o jornal Abertura de dezembro
de 2025 está também disponível no site da CEPA – Associação Espírita
Internacional.
https://cepainternacional.org/journal-y-revistas/
Baixem se quiserem no site do ICKS - https://icks.ong.br/.
Baixem aqui:
https://icks.ong.br/wp-content/uploads/2025/12/Jornal-Abertura-dezembro-de-2025-2.pdf
O artigo das páginas 9,10 e 11 – Pedro Barboza de la
Torre é de autoria de Jon Aizpúrua
ABERTURA: Recebemos por e-mail várias perguntas deste
tipo. O site da CEPA – Associação Espírita Internacional foi renovado, ganhando
novas funções. O Site em si, não mudou de endereço, segue sendo: https://cepainternacional.org.
Site da CEPA:
Arquivos em pdf:
Agora os arquivos mudaram de localização interna e com isto
os respectivos links. Veja o exemplo: o Jornal de novembro de 2025 está no link
a seguir:
https://cepainternacional.org/jornal-abertura-novembro-2025
De forma geral vejam como chegar lá:
Todos os Aberturas de 2018 a 2025 são encontrados no link a
seguir, lá vocês encontrarão também outras publicações de outros grupos:
https://cepainternacional.org/journal-y-revistas/
Agora se vocês procuraram os nossos e-books, os encontrarão
junto com os da Coleção Livre Pensamento da CEPA/CPDoc no link a seguir,
atentando que o usuário pode escolher os idiomas ao entrar, verão como é fácil:
https://cepainternacional.org/biblioteca_portugues/
Clique em Publicações e a seguir escolha Biblioteca.
Você encontrará os ebooks conforme a seleção de idioma
feita, lá nas bandeiras.
ICKS:
O ICKS atualizou os links existentes no nosso blog e na
página do ICKS, ou seja, estamos nos ajustando – a mudança é a regra de nosso
mundo moderno.
O Site é da CEPA, portanto eles podem mudar conforme seja de
interesse dela. Infelizmente não há como atualizar os links nos jornais
antigos.
Blog do ICKS:
Link: https://icksantos.blogspot.com
Conheçam a nossa homepage:
Homepage do ICKS:
Homepage do ICKS: https://icks.ong.br
O ICKS tem a oportunidade de apresentar este artigo de interesse histórico sobre o Movimento Espírita na ilha de Cuba, antes da Revolução Socialista.
“Cuba
en las Letras Espíritas: Expresiones de la Identidad, Modernidad y
Espiritualidad Laica (1860-1960)"
Autor
: Walter Walfrido Pérez Vila
Estudiante
de 5to año de Licenciatura en Historia, en la Universidad de Holguín, Cuba.
Correo
electrónico: walter.fraternidad@gmail.com
Fecha:
Septiembre de 2025
Resumen:
Este artículo analiza la producción escrita del movimiento espiritista en Cuba
entre 1860 y 1960, enfocándose en su papel como vehículo de identidad cultural,
modernidad espiritual y pensamiento laico. A través de fuentes primarias como
revistas doctrinales, folletos, poemas, memorias de congresos y correspondencia
entre centros espiritas, se estudia como las letras espíritas contribuyeron a
la formación de una espiritualidad racional y humanista en el contexto cubano.
El análisis se apoya en la historiografía cultural y en la historia intelectual, revelando la riqueza simbólica y social de estos textos en la construcción de una Cuba espiritual y moderna.
Introducción
La
Historia del Espiritismo en Cuba ha sido abordada desde perspectivas
sociológicas, religiosas y artropológicas, pero su dimensión literaria e
intelectual permanece subexplorada. Este estudio propone una mirada
historigráfica a las letras espíritas como expresión de una espiritualidad
laica, racional y profundamente cubana.
¿Cómo
se artículo la identidad nacional en los textos espiritistas?
¿Qué
valores, símbolos y discursos emergieron en sus páginas?
¿Qué
papel jugaron estás letras en la modernización espiritual del país?
Desarrollo
El
auge, desarrollo y popularidad que tomó el fenómeno mediumnico o sea la
manifestación de los Espíritus a través de médiums, llevo a qué durante la
segunda mitad del siglo XIX se desarrollará tanto en América como en Europa una
gran variedad de publicaciones; unas avaladas por la seriedad e idoneidad de
célebres científicos de la época, otras denunciando una sucesión de fraudes por
parte de charlatanes que simulaban los fenómenos para lucrar con la credulidad
ajena y los más desocupados lo utilizaban cómo fuente de diversión y
entretenimiento.
El
pedagogo francés Hippolytte Leon Denizard Rivail (1804-1869) que posteriormente
sería conocido como Allan Kardec toma contacto con este fenómeno en el año 1854
donde con sumo interés y detenimiento se dedica a la observación continúa y el
estudio paciente que lo llevó a la conclusión que como “ todo efecto tiene su
causa", por tanto “todo efecto inteligente, tiene una causa
inteligente"
El
análisis detallado de las comunicaciones mediumnicas, las preguntas que
realizaba a los médiums, las respuestas que obtenían por parte de los Espíritus
y sus reflexiones personales sobre la gran diversidad de asuntos que allí eran
abordados lo llevaron a sistematizar y organizar en un cuerpo de doctrina
filosófica aquel arsenal de informaciones, conclusiones y aportes que se
obtenían a través del diálogo serio con los Espíritus, o como ellos mismos se
denominaban, las almas de los hombres que en el ayer habían habitado la Tierra.
Todo esto dió como resultado la publicación de la obra El libro de los
Espíritus, el 18 de abril de 1857, marcando el momento exacto de la fundación
de la Filosofía Espírita en la historia de la Humanidad; siendo completamente impropio
hablar o hacer referencia al Espiritismo antes de está fecha.
Hasta
su fallecimiento, acontecido el 31 de marzo de 1869, Allan Kardec se dedicó a
la consolidación y estructuración de la Filosofía Espírita a través de más de
una veintena de obras publicadas y que son clasificados como el punto de
partida para tener un adecuado conocimiento, al respecto de que es, y como ha
de entenderse claramente el Espiritismo.
A
partir de Allan Kardec, varios escritores en Europa y América, desarrollan,
completan y profundizan variados y novedosos aspectos de la Filosofía Espírita,
aún aquellos escasamente abordado por su fundador. Nombres como Leon Denis
(1846-1927), considerado como uno de los principales seguidores de Kardec y
propagador de la Filosofía Espírita, escribió varios libros considerados
clásicos como “Después de la Muerte", “El problema del Ser y el
Destino" y “En lo invisible". Gabriel Delanne (1857-1926) junto con
León Denis, fue el discípulo más próximo de Kardec. Fundó la “Revista
Científica y Moral de Espiritismo". Escribió diversas obras espíritas,
entre las que se destacan: “El Espiritismo frente a la Ciencia", “El
fenómeno Espírita" y “La Evolución América".
Amalia
Domingo Soler (1835-1909) es considerada una de los mayores médiums y
escritoras espíritas de España. Escribió diversos libros entre ellos: “El
Espiritismo refutando los errores del catolisismo romano", “Memorias del
Padre Germán" y “Hechos que prueban".
A
partir del año 1870 se fundan varios periódicos y revistas espíritas en Cuba,
siendo un gran paso de avance en la difusión de esta Filosofía a través del
accionar de varios grupos y centros que existían a lo largo de toda la Isla.
“La
luz de Ultratumba" (1874) era una de las revistas de publicación quincenal
en la Habana. “La Ilustración"(1878) fue un seminario espiritista fundado
por José A. Pérez Carrión, en la Habana. “La luz de los Espacios"(1881)
fue una revista espiritista órgano de la sociedad del mismo nombre. “La
Antorcha de los Espíritus"(1882) “El Buen Deseo” (1884) en Matanzas, eran
el órgano oficial del centro Caridad. “La luz del Evangelio"(1885) “La
Buena Nueva"(1886) de Santi Spiritus, fue una revista quincenal espiritista
fundada por Miguel Rubet y dirigida por Santiago G. Cañizares . “La
Alborada" (1888) “Revista Espiritista"(1889) “ La Evolución"
(1890).
La
existencia de todas estás publicaciones, evidencia claramente la génesis de un
movimiento Espiritista en ascenso en la Cuba colonial del siglo XIX.
Podemos
hacer referencia a las primeras investigaciones que fueron posteriormente
publicadas sobre el Espiritismo y su manifestación en nuestro país a cargo del
investigador Francisco Armantero y Estrada (1863-1935) quien desarrolló una
intensa labor de difusión Espírita en la Isla junto a Doroteo del Valle
presidente de la Federación Espiritista de la Isla de Cuba fundada en 1890.
Dos
años antes de está fecha los señores Eulogio Prieto y Tomás de Oña, llevaban
una muestra de la gran variedad de publicaciones espiritistas existentes en la
isla de Cuba, en la segunda mitad del siglo XIX, aún siendo colonia de España
hasta la ciudad de Barcelona, sede del I Congreso Espiritista Internacional
acontecido del 8 al 13 de septiembre de
1888.
El
antropólogo, jurista, periodista e historiador Fernando Ortiz Fernández también
desarrolló una gran labor investigativa al respecto de la Filosofía Espírita y
su vínculo con la criminología; el fruto de esos estudios vino a ser publicado
en 1915 en la obra de autoría : “La Filosofía Penal de los Espitistas".
La
obra de Ortiz no solo tiene valor jurídico sino también cultural. En ella se
percibe el gérmen de su concepto de trasculturación, dónde la espiritualidad,
la ética y la identidad se entrelazan. El Espiritismo le sirvió como lente para
comprender la complejidad del alma cubana, marcada por la mezcla, el dolor
histórico y la búsqueda de sentido.
El
7 de abril de 1919, auspiciado por la Sociedad Espiritista de Cubay a
invitación de esta; en el Teatro Payret de la Habana, el ilustre artropólogo
Fernando Ortiz pronuncia una conferencia de difusión sociológica titulada :
“Las Fases de la Evolución Religiosa" colocando el Espiritismo en la fase
superior de esta evolución. Concluyó que el fetichismo sería la religión
amoral, el catolisismo enfocado por él como la religión moral y el espiritismo
como la moral sin religión, sin dogmas, rito, ídolo ni sacerdote.
El
señor Francisco María González (1868-1926) quien junto a José Martí, desempeñó
una amplia labor en la fundación del Partido Revolucionario Cubano y quién
fuera además el taquígrafo de sus discurso “Los Pinos Nuevos" y “ Con
todos y para el bien de todos" ocupo la presidencia de la recién fundada
Sociedad Espiritista de Cuba en 1915 y a través de su Revista Psíquis, órgano
de difusión espiritista de esta institución, sentó las bases para que a partir
de la década de 1920 en Cuba se dieran los primeros pasos para la
institucionalización del Espiritismo a través de la creación de la Federación
Nacional Espiritista de Cuba.
Otro
nombre que fue una constante en el quehacer periodístico en Cuba y varios
países de Latinoamérica fue Antonio Soto Paz Basulto (1889-1943) autor de entre
muchos otros títulos del libro: “Las Tareas del movimiento Espírita en esta
hora".
El
señor Salvador Molina quien representara a Cuba en el V Congreso Espiritista
Internacional en 1934 en España fue autor también de la obra: “Orientaciones
para el mejor funcionamiento de los Centros Espiritistas"; su legado como
Espírita y escritor en Cuba fue posteriormente reconocido en los Estados Unidos
dónde radicó hasta su fallecimiento fundado varias instituciones espíritas.
Nombres
como Ramón Alfonso, Isidoro Díaz Anido, Angela Rivas de la Torriente, José
Jiménez y Manuel García Consuegra en Santa Clara, entonces provincia de las
Villas son algunos de los más grandes voceros del Espiritismo en la región a
través de la publicación de artículos en revistas y la edición y reedición de
obras espíritas.
En
la provincia Camagüey y como parte de la inmensa obra de difusión y propagación
que el Espiritismo tuvo allí durante la primera mitad del siglo XIX no podemos
dejar de significar los nombres de aquella que consagraron a la divulgación del
ideal Espírita a través de los medios más conocidos y a los cuales tenían pleno
acceso enla época: Armando Labrada Canto, Ofelia Leon Bravo, Anita
Vallet, Hortensia Naranjo, Luis Guerrero Ovalle, Margarita Olivares.
En
la región de Matanzas fue significativa la acción social y divulgativa del
Grupo Rosendo, abriendo una de las mayores suscripciones en número, delante de
otras publicaciones espiritistas en la época.
Miguel
Santiesteban Barciela junto a Rodolfo Rigal y otros directivos de la entonces
Confederación Nacional Espiritista de Cuba, quien durante los años 1953 a 1957
se desempeño en la dirección de la Confederación Espiritista Panamericana, hoy
Asociación Espírita Internacional y que celebraron en la Habana el II Congreso
Espírita Panamericano en el mes de octubre de 1953, fue amplia y significativa
la labor desarrollada en el sentido de aumentar y perfeccionar la difusión
espírita a través de la prensa escrita, de las conferencias radiofónicas y de
las concentraciones Espiritistas Nacionales que cada año se celebraban desde
1934 hasta 1963.
Todo
este significativo accionar quedaba registrado impreso y era dado a conocer a
través de las páginas del Boletín de la Asociación Espírita Enrique Carbonell,
quien de forma mensual reseñaba en sus páginas tanto al acontecer del
movimiento espírita nacional en Cuba.
En
la región de Santiago de Cuba y Bayamo, centro histórico de significativas
acciones y cuna de la nacionalidad cubanas se reconocen como oradores y
propagandistas espíritas a figuras como Evangelistas Tamayo, Caridad Villalón,
Juan Villalón, Glicerio Cedeño, Adolfina Estrada y Darío Reyes. Fidela Cobo
Sabas al frente de la publicación de la Revista “Reivindicación" en
Santiago de Cuba es un referente para la difusión y popularización de la
Filosofía Espírita en esta zona del país.
En
el norte del Oriente de Cuba tenemos la notable influencia ejercida por los
médiums Espírita Inés María Fresno Basulto con la publicación de su obra :“La
Historia de Julia Hernández", La Joven Suicida", en 1948 y que fueron
ampliamente difundida gracias a la gestión de Enrique Rosell Carbó, presidente
del Periódico Espírita Unión Social, Órgano difusor de la Unión Social
Espiritista de Oriente.
La
capital arqueológica de Cuba, Banes, en Holguín, tuvo el trabajo de difusión y
propaganda desarrollado por la médiums Espírita Isolina Feria quien mantenía en
la región prendida la llama viva del ideal espírita, e irradiando las
saludables influencias que a través de su facultad mediumnica se obtenían.
Tristemente
el año 1963, con el arribo de una Revolución Socialista al poder en el país
marcó el cierre y el freno de la gran mayoría de las instituciones genuinamente
espíritas en Cuba, pero su legado escrito y su trascendencia dentro de la
historiografía espiritista en nuestro país está siendo ampliamente rescatada a
conocer la Memoria Histórica del Espiritismo en una región que sin lugar a
dudas fue y es un referente Espírita en toda Latinoamérica: Cuba, la mayor de
las Antillas.
Conclusión
Las
letras espíritas cubanas constituyen una fuente invaluable para comprender la
espiritualidad moderna en Cuba. Lejos de ser mero texto religioso, son
expresiones de identidad, resistencia y pensamiento crítico. Este estudio
demuestra que el Espiritismo no fue solo una práctica espiritual, sino también
una corriente intelectual que contribuyó a la construcción de una Cuba ética,
racional y profundamente humana.
Abrindo a Mente – sobre o livro A busca por Planetas
Habitados
O livro A busca por Planetas Habitados, disponibilizado este
ano no fim de janeiro. É lançado oficialmente no VI Encontro da CEPABrasil, em
Porto Alegre em maio de 2025. O livro é de autoria de Alexandre Cardia Machado
e Reinaldo Di Lucia.
No mês passado, outubro de 2025, o livro atingiu a marca de 1000 unidades
baixadas, havíamos pensado que ao atingir esta marca, valeria a pena traduzir
para o espanhol e assim será feito, portanto aguardem pois brevemente, o ICKS contará com nosso quarto e-book em espanhol.
Perguntas recorrentes quando fazemos apresentações sobre o
conteúdo do livro:
1.
Quando vocês afirmam que até hoje não foi
encontrado seres vivos em outros planetas, vocês só consideram seres corpóreos?
Resposta: Sim, toda a nossa pesquisa busca seres
vivos, encarnados, sejam eles qualquer tipo de ser vivo, desde microrganismos
até seres mais avançados. Até o momento não conseguimos ter nenhuma observação
positiva com 100% de certeza, ainda que, claro, acreditamos que sim existam
planetas habitados, mas é incorreto dizer que todos o são.
2.
O que dizer de centenas de comunicações
mediúnicas com seres que se apresentam como extraterrestres?
Resposta: A comunicação mediúnica é um processo
bastante complexo, envolve o médium e seu ambiente, portanto as suas crenças.
Prefiro ficar com Allan Kardec e com o Espírito Erasto que no livro dos médiuns
disse: “Não admitais, pois, o que não for para vós de evidência inegável. Ao
aparecer uma nova opinião, por menos que vos pareça duvidosa, passai-a pelo
crivo da razão e da lógica. O que a razão e o bom senso reprovam, rejeitai
corajosamente. Mais vale rejeitar dez verdades do que admitir uma única mentira,
uma única teoria falsa – ERASTO. O Livro dos Médiuns, item 230.
Em nosso livro, na sua Segunda Parte apresentamos diversas
comunicações de Espíritos sobre o tema que abordamos e fazemos uma análise
crítica. Em sua grande maioria, as comunicações eram absolutamente discordante
do conhecimento científico atual, portanto por princípio muito cuidado, pois há
uma grande chance de serem espíritos pseudossábios.
Para abrir mais a sua mente: baixe gratuitamente o
livro - A busca por Planetas Habitados
- no link a seguir: https://cepainternacional.org/libro/a-busca-por-planetas-habitados/
Esta é a segunda publicação desta série - este exemplar do Abertura de dezembro de 2020 está disponível em pdf em qualidade melhor no site da CEPA, mas o incluímos aqui pela importância desta marca temporal.
https://cepainternacional.org/jornal-abertura-dezembro-de-2020/
Este Abertura captura os primeiros 10 anos sem a presença física de Jaci Régis, criador do ICKS - Instituto Cultural Kardecista de Santos e do Jornal de Cultura Espírta Abertura.
Disponibilizamos aqui no formato que chamados de microfilme: