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terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

ESTUDO EXPERIMENTAL SOBRE OS EFEITOS DO PASSE SOBRE O CRESCIMENTO DE COLÔNIAS DE BACTÉRIAS - por Marcelo Coimbra Régis

  



ESTUDO EXPERIMENTAL SOBRE OS EFEITOS DO PASSE SOBRE O CRESCIMENTO DE COLÔNIAS DE BACTÉRIAS - Marcelo Coimbra Régis

(ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO TRIPLO-CEGO )


I, INTRODUÇÃO 

                    

A força do método experimental se deve ao controle direto que propicia ao investigador aceitar as situações tais quais elas se apresentam.

Entre os diferentes estudos experimentais em Epidemiologia (“ciência que estuda o processo saúde-doença em coletividades humanas, analisando a distribuição e os fatores determinantes das enfermidades, danos à saúde e eventos associados à saúde coletiva, propondo medidas específicas de prevenção, controle ou erradicação de doenças, e fornecendo indicadores que sirvam de suporte ao planejamento, administração e avaliação das ações de saúde” (ROUQUAYROL e GOLDBAUM, 2003), os ensaios clínicos terapêuticos permitem avaliar a eficácia de um procedimento a partir da análise em sujeitos individuais.

Um ensaio clínico é um experimento onde selecionam-se indivíduos de 3 grupos, um que recebera o experimento e o outros 2 serão o controle. Os indivíduos do grupo experimental acionarão os mecanismos que está se procurando estudar, através da aplicação da emissão energética com a imposição das mãos . O grupo controle 1, funciona como passe-placebo, tentando emitir energia e o 2 grupo controle, não tentará a emissão energética.

O grupo experimental e os controles forma comparáveis em todos os aspectos, exceto naquele da investigação (emissão energética). Procurou-se parear os fatores aos quais se sabe ou se espera, influenciariam nos resultados, tais como idade, sexo, raça, estado de saúde.

I.I - PROTOCOLO

 1. Justificativa e antecedentes do ensaio.

 2. Objetivos específicos do ensaio.

 3. Exposição concisa do desenho para investigação (mascaramento, modelos de aleatórios, tipos e duração do tratamento, número de pacientes).

 4. Critérios para incluir/excluir os sujeitos do ensaio.

 5. Busca dos procedimentos de tratamento.

 6. Definição das técnicas utilizadas: clínicas, laboratoriais, etc.

 7. Métodos de garantia da integridade dos dados.

 8..Procedimento para aceite consciente dos participantes do ensaio.

 9. Procedimento para análise dos resultados.

10. Conclusões.


A opção pelo ensaio triplo-cego, teve o objetivo de impedir problemas na observação. 


Dessa forma, dividiu-se as placas aleatoriamente por um técnico que não participou de outras etapas do estudo, bem como, a avaliação microbiológica e a análise dos dados.


1. JUSTIFICATIVA E ANTECEDENTES


O passe (emissão energética próxima) é uma das práticas terapêuticas comumente empreendida pelos espíritos. Adeptos ou não, são atraídos aos Centros Espiritas na esperança de obterem alívios de seus sofrimentos físicos e psíquicos.

A maneira pela qual haveria ação física e psíquica do sujeito emissor (E) para o receptor (R) ainda não foram estudadas. Acredita-se que o passe propicie a mobilização de energia transferida do E para R com resultado terapêutico relativo.

Como fatores condicionantes poderíamos citar: a intencionalidade e capacidade energética do E, e a postura mental, como o desejo de obter melhoria, do R, na construção de um ambiente favorável. Com certeza, mesmo os que acreditam na eficácia do passe, admitem tratar-se de um procedimento subjetivo, mediado pela fé-confiança e vontade entre E e o R.

O GPCEB procurou com este ensaio pesquisar os efeitos do passe, de forma objetiva e experimental, baseados em resultados e trabalhos precedentes na literatura existente.


2. OBJETIVOS ESPECIFICOS DA PESQUISA

     

Avaliar o efeito da ação/interferência (inibidora ou estimuladora) do passe aplicado sobre colônias de bactérias através de metodologia que esteja adequada ao rigor da pesquisa e do método científico. Para tanto, fizemos a análise estatística dos dados encontrados comparados ao grupo controle.

Além de avaliar a diferença estatística que comprove a capacidade de interferir na ação estimuladora/inibidora em colônias de bactérias  de emissores habituais do passe (EP) e outros que não tem essa função (NP) comparáveis em todos os aspectos. 


      HIPÓTESES EM ESTUDO

    


         EP. # C

         EP # NP

         NP = C


Procurou-se, neste trabalho, testar estatisticamente, as hipóteses explicativas acima levantadas.


3.DESENHO DE INVESTIGAÇÃO






O desenho de investigação a ser implementado neste estudo foi um ensaio clinico-terapêutico randomizado triplo-cego, esquematicamente apresentado abaixo







Foram selecionadas 300 placas de Petri estéreis com meio de cultura apropriado dentro dos padrões da microbiologia. Nelas, foram semeadas um valor equivalente de colônias da mesma espécie e  numeradas (1 a 300). Então, foram  separadas em três grupos de 100 placas cada.

O primeiro grupo recebeu a sigla EP e foram acondicionadas em 5 caixas com 20 placas cada. O segundo grupo, de sigla NP e o terceiro de sigla C, também foram separados em 5 grupos com 20 placas cada.

Foram acondicionadas de forma adequada, com o controle de interferências, tais como, temperaturas transporte, contaminação. No laboratório, o técnico procedeu a semeadura das colônias. Por 5 dias consecutivos, sempre no mesmo horário, as caixas foram retiradas das estufas e abertas pelo técnico. Então, o grupo, composto de 5 emissores de passe (EP) fizeram a imposição das mãos sobre as 100 placas EP com o objetivo de inibir/acelerar o crescimento das bactérias. O grupo (NP), composto também por 5 pessoas, não emissoras de passe, também fizeram a imposição das mãos sobre as 100 placas NP também com o objetivo de inibir/acelerar seu crescimento. Este grupo, foi denominado de grupo placebo (passe-placebo. E o terceiro grupo (C) também constituído de 100 placas foi o controle.

A análise da inibição/crescimento das colônias foram registradas em planilha pelo técnico responsável. 

4. CRITÉRIOS PARA INCLUSÃO E EXCLUSÃO DOS PARTICIPANTES

O critério para inclusão ou não dos participantes, foi não acumulativo. A escolha e definição foram feitas antes do início do estudo. Essa definição do grupo EP baseou-se nos propósitos do estudo e a  facilidade de acessibilidade dos participantes.

Os participantes do grupo EP foram escolhidos pelos seguintes critérios :

- Experiencia prática na emissão energética; 

- Viver na cidade de Santos/SP;

- Não ter feito uso de nenhum medicamento antes de 30 dias que antecederam os experimentos;

- Não ter tido qualquer patologia nos 30 dias que antecederam os experimentos.

                    

Os participantes do grupo (NP) forma escolhidos a partir dos seguintes critérios:

- Não serem espiritas ou adeptos de qualquer religião ou crença filosófica que incorpore a prática do passe;

- Não ter frequentado anteriormente entidade que aplique passes, bem como não ter recebido passes;

O pareamento dos grupos EP e NP foi obtido pelos critérios : sexo, idade, grau de escolaridade.


5. PROCEDIMENTO

Os participantes dos grupos EP e NP foram orientados a seguir os seguintes passos:

- Após a abertura das caixas estender as mãos sobre as placas em uma altura de cerca de 30 cm;

- Durante 3 minutos, os participantes deveriam concentrar seus pensamentos com o objetivo de estimular ou inibir o crescimento das bactérias;

- A seguir, as caixas foram fechadas e reconduzidas a estufa;

- Cada caixa ficou a uma distância de 1 metro das demais, inclusive as placas controle (C), com objetivo de evitar interferências;


O técnico responsável pelas analises fez as observações em períodos diferentes e sem a presença dos pesquisadores e participantes dos grupos.

Antes de cada sessão o roteiro e explicações foram orientados nos procedimentos a serem executados.


6. TECNICA E ANALISE LABORATORIAL

A técnica utilizada para a confecção das placas bacterianas foram as usuais pelos técnicos de laboratório. O responsável pela semeadura das placas tem essa única função, não participando de nenhuma outra fase do estudo.

A análise microscópica do  crescimento das bactérias, e resultados estatísticos, foi realizado por um técnico, com desconhecimento do propósito do estudo.

O médico responsável pelo laboratório, supervisionou todas as etapas.


7. MÉTODOS PARA GARANTIR A INTEGRIDADE DOS DADOS


                     

Além dos procedimentos descritos anteriormente, a integridade foi garantida pela participação de um investigador externo alheio as etapas do trabalho, para a análise dos dados.

Os potenciais vícios foram controlados tomando-se como essencial o desenho triplo-cego:

- Distribuição das placas aleatoriamente;

- Mascaramento que se faz aos participantes nos ensaios clínicos;

- Análise laboratorial de forma cega;

- Análise estatística dos dados também de forma cega;

 

 8. PROCEDIMENTO PARA ACEITE CONSCIENTE DOS PARTICIPANTES DO ENSAIO


    

Todos os participantes receberam copias do protocolo e documento assinado de acordo com a participação.

Os participantes do grupo NP foram selecionados com o auxílio do Departamento de Pessoal do Hospital que forneceu uma lista de identificação dos participantes compatíveis com o pareamento.

Não houve remuneração e ou gratificação para quaisquer envolvidos em todas as fases da pesquisa.


9. PROCEDIMENTO PARA ANÁLISE DOS DADOS


Na análise dos dados procurou-se responder quantas vezes mais um grupo interfere nas colônias de bactérias: EP interfere mais que NP?


   


10 – Conclusões:

Os testes foram paralisados porque a escolha de Placas de Petri com bactérias não era adequada, para as frequências de passes utilizadas, o crescimento era muito rápido. Então o que se aprendeu com isto é, selecionar melhor as bactérias, os meios de alimentação, as frequências de passe e como retardar o crescimento, ou manter a distâncias entre os pontos onde se depositam as bactérias. 

 NR- Este trabalho foi feito nos anos 90 do Século XX.

              


sábado, 22 de fevereiro de 2025

HISTÓRICO E MÉTODO DE TRABALHO SOBRE A FORMAÇÃO DE UM GRUPO DE PESQUISA - Por Gisela Coimbra Régis

HISTÓRICO E MÉTODO DE TRABALHO SOBRE A FORMAÇÃO DE UM GRUPO DE PESQUISA


II SBPE – Simpósio Brasileiro do Pensamento Espírita - 1991


Autoria de:

GISELA COIMBRA REGIS 

GPCEB – Grupo de Pesquisas Científicas Ernesto Bozzano

Biomédica, Mestre em Ciências Biológicas - Área Microbiologia Aplicada , Doutorado em Ciência Biológicas Área Microbiologia Aplicada e Pós-Doutorado na mesma Área todos pela UNESP de Rio Claro - SP. 







I. APRESENTAÇÃO


II. HISTÓRICO


III. ACESSO AS REUNIÕES MEDIÚNICAS


IV. MODIFICAÇÃO DA REUNIÃO


V. MÉTODO UTILIZADO


VI. DIFICULDADES


VII. RESULTADOS


VIII. PESQUISAS A SEREM REALIZADAS

               

IX. CONCLUSÃO


I - APRESENTAÇÃO


                O  presente trabalho tem como finalidade a apresentação do Grupo de Pesquisa Científica ERNESTO BOZZANO, bem como de seus objetivos, métodos de trabalho e resultados alcançados até hoje .

Tem como intuito a divulgação de nosso centro de interesse, que são as reuniões mediúnicas e o material de perguntas e respostas sobre à vida espírita, reunidos nessas reuniões com respostas dos espíritos.

O grupo espera a adesão de outros grupos nesse interesse, para ampliar seus horizontes, proporcionando novos intercâmbios.


II- HISTÓRICO


               Um grupo de cinco jovens, composto por MARCELO REGIS, REINALDO DI LUCIA, ALEXANDRE MACHADO, VLADIMIR GRIJÓ, todos engenheiros, ADEMAR CHIORO, médico, em sua primeira formação e depois GISELA C REGIS, biomédica, pertencentes a Mocidade Espirita Estudantes da Verdade, do Centro Espirita Allan Kardec, de Santos, ansiando por novos meios de estudo, resolveram se unir em julho de 1986.

                Decidiram pela formação de um grupo com caráter científico, sem vínculos com nenhuma instituição, para que pudessem pesquisar a fundo qualquer assunto sem as amarras da satisfação e dos porquês.

                Tinham como objetivo, o estudo dos fenômenos e aspectos científicos relacionados com o Espiritismo, para proporcionar embasamento científico para as inquirições filosóficas. Adotaram o nome de  - ERNESTO BOZANO - como homenagem a um dos primeiros homens a abordar o lado científico de espiritismo. A primeira fase, de julho a dezembro de 1986, foi iniciada com levantamentos bibliográficos no campo da Ciência Espirita. Os participantes, então fizeram pesquisas , levantaram informações, livros, trabalhos, visitas como ao pesquisador Rubens Policastro Meira, recolhendo e se inteirando do que estava sendo feito no Brasil e no mundo sobre Ciência Espirita. Todos esse trabalho culminou em palestras elaboradas e realizadas em vários centros e sociedades.

                Numa segunda fase, que vai de janeiro de 1987 a março de 1989, o grupo adentrou efetivamente no caminho prático, possibilitado pelas reuniões, que nessa época eram feitas duas vezes por mês, uma de caráter administrativo e outra para a troca de informações e experiencias.

               O primeiro objeto de pesquisa foi a KIRLIANGRAFIA. Antes de qualquer medida, o grupo partiu a procura de subsídios teóricos, pois a intenção era a construção de uma máquina KIRLIAN. A máquina  então é construída pelos participantes, baseada no modelo PIRILAMPO, desenvolvido por Hernani Guimarães Andrade e montada com recursos próprios e alguma ajuda financeira.

               No início as fotos eram tiradas em preto-branco, com a revelação feita pela própria equipe que queria acompanhar e dominar todo o processo técnico. Posteriormente, conseguiu-se a sofisticação e forma possíveis fotos coloridas.

               Essa máquina  proporcionou várias pesquisas no próprio CEAK. TRINTA FOTOS  foram tiradas nas reuniões de desobsessão, médiuns foram fotografados antes e depois da mediunização, para posteriores comparações e obtenção do padrão do  Grupo de Pesquisa Cientifica. Atualmente o grupo possui um acervo de 150 fotos Kirlian.

               Resultado deste estudo, trabalhos como “KIRLIAN”, “METAPSIQUICA”, ÖUT OF BODY EXPERIENCE”. Estes trabalhos foram divulgados em palestras nos centros espíritas de Santos/SP, na Sociedade Espirita para o Estudo do Homem (SEEH), na Semana Espirita de Santos, permitindo o reconhecimento do grupo na requisição de seus trabalhos.

                Juntamente com as pesquisas de Kirliangrafia, feita em equipe, os participantes, individualmente, faziam trabalhos como : 

                AÇÂO DO PASSE NO CRESCIMENTO DOS VEGETAIS - realizado por Marcelo Régis, que comparava o crescimento de brotos de feijão. Sendo uma amostra submetida a  ação  energética e outra (controle) não submetida.

                O.B.E. - OUT OF BODY EXPERIENCE, trabalho teórico escrito por Reinaldo Di Lucia.

                EMISSÃO ENERGÉTICA À DISTANCIA E SEUS EFEITOS , trabalhos com Baralho ZENER, que tinha a intenção do domínio do método de pesquisa parapsicologia. Nele foram pesquisadas a telepatia e a clarividência . Trabalho elaborados por todos da equipe.

                Nesta época o grupo colaborava, também, com artigos baseados em suas pesquisas, publicados no Jornal Espiritismo e Unificação e posteriormente no Jornal ABERTURA.

               Então, de março a setembro de 1989, o grupo passa  por uma fase de transição, com reciclagem de seus elementos, ocorre o afastamento de Vladimir Grijó, a volta de Ademar Chioro e a entrada de Gisela C. Régis. Foi um período de ajuste e fortalecimento de seus ideais com a adoção de novas medidas, como a exigência do comparecimento de todos nas reuniões quinzenais, realizadas nos primeiros e terceiros domingos de cada mês no CEAK – Centro Espírita Allan Kardec, das 8:30 às 11:00 horas.

               

III - ACESSO AS REUNIÕES MEDIÚNICAS


               Nesta terceira fase, o grupo constituído agora por Marcelo Regis (Engenheiro Eletrônico) e Gisela Regis (Biomédica), iniciada em setembro de 1989 e que segue até hoje, a equipe decide pelo Estudo Metódico da Mediunidade.

                A proposta era o Estudo do Livro dos Médiuns de Allan Kardec, visando o questionamento de suas respostas, uma a uma, e como complementação, pesquisar a reunião de desobsessão do CEAK.

               Faço um parágrafo para explicar como eram as reuniões de desobsessão, realizada toda terça -feira no CEAK por mais de 30 anos, nos mesmos moldes: Dava-se início  assim  que alguns dos médiuns terminavam uma reunião anterior de aconselhamento, por volta das 20:00 hs

               Contava com a participação de sete médiuns , juntos nessa reunião a muito tempo, mais um doutrinador, um coordenador e duas pessoas de apoio na vibração.

               Os médiuns então se colocavam a  disposição esperando alguma comunicação de um espirito sofredor que se apresentasse. Dessa forma era doutrinado e se não houvesse, a reunião terminava no prazo de 30 minutos.

               A frequência de comunicação era pouca; não havia produção pelo próprio esgotamento da proposta da reunião e os médiuns desestimulados com esse serviço prestado a vários anos. Sentia-se que não havia nada mais a dar.

               Por esse motivo, o grupo de pesquisa Ernesto Bozzano, foi convidado a assumir a coordenação na parte de estudo da reunião.


IV- MODIFICAÇÃO DA REUNIÃO

                O grupo então começou a participar dessa reunião com três elementos. Os nossos objetivos foram colocados aos participantes que eram, pesquisa da mediunidade, intercambio com os espíritos, novas ideias na condução da reunião, divulgação, mudanças e acima de tudo a nossa seriedade com o trabalho.

               Assumimos a reunião com algumas propostas de mudança e ai apareceram as primeiras dificuldades por parte de nossa inexperiência em reuniões deste tipo.

               Sentimos a necessidade de roteiros, pois aquela já não era uma reunião em que só se esperava que os espíritos trouxessem informações, era necessária a troca do mundo material com o espiritual. Houve resistência por parte do doutrinador e alguns médiuns, que se sentiram perdidos sem  seus antigos papéis, havendo a necessidade da mudança de postura.

               Com a modificação, a reunião, a partir desse momento funcionaria da seguinte maneira: faríamos uma retomada do método de Kardec, através de perguntas e respostas obtidas dos espíritos. Discutiríamos e checaríamos nossas duvidas, não mais com a velha ideia de que o que os espíritos dizem é sempre verdade.

               A sala de reunião deveria ter as luzes acesas para a leitura dos roteiros e abandonaríamos a ideia de que há necessidade do escuro para as comunicações.

               As reuniões seriam gravadas em fita e esporadicamente em video. Os médiuns participantes, agora em número de 5, teriam novo papel, de se colocar à disposição e tentar se integrar dos temas para também participarem das perguntas, entrosando-se da reunião como um todo e não mais só no papel de instrumento.

                Os três pesquisadores do grupo, tem o papel de seguir os roteiros das perguntas elaboradas, checagem das respostas, colocação de dúvidas, discussões com os espíritos e evocarem os espíritos.

                Os dois coordenadores disciplinam as perguntas, abrem e fecham a reunião dos vivos.

                 O grupo, fora da reunião, dividem seu trabalho da seguinte forma: participação  nas reuniões de terça-feira, compilação e transcrição das fitas gravadas na reunião, analise das respostas. Além disso, preparação  dos roteiros, baseados nos estudos do GPCEB e duvidas nas respostas obtidas. Evocação de espíritos específicos, para a equipe no plano espiritual, para debate de temas únicos e modificação na linguagem da comunicação com os espíritos.

                

           V - METODO UTILIZADO

                Hoje, as reuniões de estudos mediúnicos, acontecem todas as terças - feiras as 20:00 horas e é iniciada com um relaxamento para a sintonia mental de todos, comandado por um dos integrantes do GPCEB, o médico Ademar Chioro.

                Depois é aplicado o Roteiro A, com perguntas preparadas baseadas nos estudos do GPCEB para debates com os espíritos específicos evocados.

                Se não houver a possibilidade, da visita do espirito evocado, àquele que se dispuser, são feitas questões de ordem geral, com sua história de vida e morte e outros assuntos de interesse.

                Toda reunião produtiva é gravada em fita e esporadicamente, dependendo da experiencia, em video. Assim como, um membro do grupo anota fatos e dados relevantes. Ao final de cada reunião é distribuído aos médiuns um questionário, que tenta captar suas sensações , impressões e tipo de manifestação, com o objetivo de juntar ao máximo as informações para nosso estudo.

                Depois da compilação e transcrição das fitas, relatórios, mais a união do questionário de cada médium, a comunicação é completa e distribuída aos membros do grupo e reunião.

                O GPCEB, coordenou essa reunião de 12/09/89 até  18/06/91, Foram feitas 90 reuniões das quais compilamos 63 fitas transcritas e distribuídas, 45 espíritos pesquisados e duas reuniões em vídeos.


VI - DIFICULDADES

                   As dificuldades encontradas foram sendo sanadas com muita tolerância e paciência, apesar de que algumas vezes tivemos que bater o pé para alcançarmos nossos objetivos.

                A primeira dificuldade encontrada foi a resistência, natural, dos médiuns e  doutrinador. Afinal, qualquer mudança leva a medos, duvidas e receios. Devagar, fomos mostrando nossos interesses, sem tirar a importância de cada um, conseguindo o relaxamento das resistências.

                A segunda dificuldade foi enfrentar as características próprias de cada médium. Muitos, por inibição, medo de animismo, não confiarem na capacidade para ajudar na pesquisa, se fechavam às comunicações. Ainda trabalhamos contra tudo isso, mas sem grandes resultados. Contamos hoje, com a ajuda de dois médiuns psicofônicos e um psicógrafo. A influência do médium é muito grande, pois se receiam, fecham suas portas, mesmo inconscientemente, e a comunicação não acontece. Deixamos de receber muitas comunicações por resistência dos médiuns .E um trabalho difícil, mas estamos tentando novas saídas como a renovação do grupo de médiuns.

                Outra dificuldade constatada foi a maneira de inquerir. Cada vez mais temos tentado uma postura cientifica, deixando de lado, e preocupando-se com a indução de respostas, caráter cada vez mais crítico deixando de lado a ideia de que o que os espíritos dizem é lei.


VII - RESULTADOS


                  Até o momento, o trabalho do GPCEB promoveu resultados como a formação de uma Equipe Espiritual com interesse principal na pesquisa, que nos auxiliaram trazendo espíritos que podiam e queriam responder nossas dúvidas. Com isso, ouros espíritos não interessados se afastaram.

                 A estruturação do CEAK, no plano espiritual, ficou para nós muito bem definida, no esclarecimento do seu organograma, nas equipes que trabalham no dia-a-dia, seus acompanhamentos, permitindo uma divulgação ampla e esclarecedora para o Centro Espirita Allan Kardec.

                Nosso conhecimento da vida espirita também foi bastante ampliado com informações sobre hierarquia espiritual e suas consequências . Sobre como ocorre a proteção vibracional e seus efeitos, o movimento espirita no outro plano, a existência de grupos de estudo e sua continuidade no trabalho espirita, a divergência também na questão religiosa e outros assuntos.

                Permitiu também a realização do trabalho teórico sobre a Emissão Energética à Distância”, baseado nas respostas obtidas dos espíritos, apresentado no CEAK e outros meios, com o objetivo de divulgação, principalmente, como alerta aos médiuns.

                Foi realizado também o trabalho “Mecanismo da Mediunidade”, baseado nos estudos dos livros:  Livro dos Médiuns (Allan Kardec),  Mecanismo da Mediunidade (André Luiz);, Espirito, Perispírito e Alma (Hernani Guimarães Andrade), que traçam alguns esclarecimentos sobre como a mediunidade se processa. Para sua elaboração foram utilizados dados teóricos bem como as observações feitas em nossos médiuns, mais as respostas obtidas dos espíritos. Esse trabalho, foi divulgado em vários lugares como Mocidades Espiritas, CPDoc, Grupos de Ciências, Centros Espiritas e Jornais.

              “Alerta aos Médiuns“, foi outro trabalho feito junto aso médiuns para melhorarmos sua contribuição as nossas reuniões de estudo.

          

                 A ajuda da equipe espiritual na preparação  dos roteiros nos trouxe a contribuição de espíritos com pensamentos diferentes: Padres, teosofos, protestantes, nagô, suicidas, trouxeram seus testemunhos e nos ajudaram na pesquisa do pensamento após a morte, alisado com nossa ajuda a esses espíritos.

    

               Também  ficou a constatação do nosso controle da reunião e não mais dos espíritos. É claro que isso não impediu a aceitação de sugestões e até broncas de nossos amigos.

                Além da elaboração e apresentação de cinco trabalhos apresentados no Simpósio Brasileiro do Pensamento Espirita: “ O Centro Espirita do ponto de vista dos desencarnados” por Marcelo Regis; “Mecanismos da Mediunidade” por Ademar Chioro; “Alerta aos Médiuns, Dinâmica de Grupo com Médiuns “ por Alexandre Cardia Machado; Emissões Energéticas a Distância” por Reinaldo Di Lucia .


VIII - PESQUISAS A SEREM REALIZADAS

 

                  Após esse Simpósio, o  GPCEB,  pretende elaborar uma pesquisa da mediunidade em caráter maior, através de um censo populacional para saber a ocorrência mediúnicas, através de envio do questionário pelo correio e posterior tabulação estatística .

                Também já iniciamos uma nova reunião, separada da terça-feira , com a finalidade de descobrir novos médiuns de potencial maior e que não tenham vínculos com o CEAK, nem com reuniões mediúnicas com o intuito da diversificação de nossos métodos.

                 Assim como atingir a comunicação entre vivos, a Xenoglossia  e dar continuidade ao estudo do material já recolhido através das fitas das reuniões.


IX - CONCLUSÃO 


                  O trabalho tem sido muito gratificante para o grupo permitindo o descobrimento de um mundo dos espíritos composto por espíritos interessantes, alegres, inteligentes que compactuam com nossos interesses aderindo a eles.

                Permitiu desenvolvermos o tema Mecanismo da Mediunidade, derrubando tabus como o da evocação , luz apagada em reuniões mediúnicas, controle de desencarnados das reuniões, encarando com mais objetividade a comunicação interpolados, ampliando a certeza da continuação do trabalho iniciado aqui.

                Enfim, é um campo vasto de pesquisa e que está aberto à todos aqueles que estejam dispostos a enriquecer o Espiritismo.














                 








                

 


terça-feira, 9 de abril de 2024

Abrindo a Mente - O que significa Xenoglossia - por Alexandre Cardia Machado

 O que significa Xenoglossia?

Este termo foi criado por Charle Richet, em seu livro Tratado de Metapsíquica, fato este que motivou o famoso cientista Ernesto Bozzano mais tarde, a também escrever um livro com este mesmo nome.

Nessa obra de Bozzano são narrados os fenômenos de Xenoglossia, ou mediunidade poliglota, nos quais um espírito se manifesta através de um médium, falando ou escrevendo em idioma desconhecido aos presentes ou ao próprio medium. O livro discorre sobre casos mediúnicos divididos em quatro categorias, definidas pelo autor como: automatismo falante; psicografia; escrita direta e voz direta. O termo “xenoglossia” proposto pelo professor Richet, com o intuito de distinguir, de modo preciso, a mediunidade poliglota propriamente dita, pela qual os médiuns falam ou escrevem em línguas que eles ignoram totalmente e, às vezes, ignoradas de todos os presentes, dos casos afins, mas radicalmente diversos, de “glossolalia”, nos quais os pacientes sonambúlicos falam ou escrevem em pseudolínguas inexistentes, elaboradas nos recessos de suas subconsciências, pseudolínguas que não raro se revelam orgânicas, por serem conformes às regras gramaticais. 

O professor Richet ao estudar alguns casos, não encontrou evidências absolutas sobre o não conhecimento de linguas extrangeiras, assim se referindo: “ nenhum dos casos expostos apresenta suficiente valor probante... Segue-se que não é possível se lhes conceda direito de cidadania no vasto domínio da metapsíquica subjetiva. Seja, porém, como for, inclino-me a crer que um dia, talvez não distante, se terá de reconhecer autêntico algum caso de tal natureza. Nessa expectativa, cumpre se apresentem exemplos melhores, que venham relatados de forma menos fragmentária, menos imperfeita do que a que se nota nos até agora conhecidos...” (Tratado de Metapsíquica, pág. 280 da primeira edição.)” 

Nos anos 90 do século passado, quando ainda fazíamos parte do GPCEB – Grupo de Pesquisas Científicas Ernesto Bozanno, aqui em Santos no Centro Espírita Allan Kardec, fomos testemunha de um fenômeno que se parecia com Xenoglossia, mas que após testes não se confirmaram. 

Um dos médiuns do centro passou a receber comunicação de um espírito que se auuo denominou Abdul Al Abdul, servo de Alá. O mesmo deu uma série de comunicações em perfeito português, mas dizía falar ao médium em lingua Universal. 

- Pensamos então em fazer uma prova e gravamos uma frase em árabe, um amigo de descendência árabe de um dos membros a fêz, gravou a mensagem e escreveu o seu significado em um envelope fechado. 

O espírito voltou e ligamos o gravador e pedimos que dissesse o que estava gravado. Abdul – disse que se tratava de uma frase de amor e nos proporcionou a tradução. 

Terminada a reunião, abrimos o envelope lacrada e “surpresa” – a mensagem era algo bem banal, sobre uma atividade diária simples. Conclusão: ainda que o fenônomeno que presenciamos tratar-se de um pseudosábio e portanto uma farsa do espírito, nenhuma prova deste tipo foi feita nos fenômenos relatados por Bozzano e Richet. 

Por isto a dúvida levantada pelo último. Mediunidade precisa, sim ser testada o tempo todo.

Para abrir a mente: Busquem em sua biblioteca espírita por Tratado de Metapsíquica – Charles Richet e Xenoglossia de Ernesto Bozzano 

Este artigo foi publicado no jornal ABERTURA de janeiro-fevereiro de 2018, gostou do texto, quer ler o Jornal Completo?

https://cepainternacional.org/site/pt/cepa-downloads/category/37-jornal-abertura-2018?download=260:jornal-abertura-janeiro-fevereiro-de-2018


sábado, 22 de agosto de 2020

O desenvolvimento do Espírito, até o surgimento da vida na Terra, uma hipótese livre pensadora Kardecista - por Alexandre Cardia Machado

 

XIII Simpósio Brasileiro do Pensamento Espírita

O desenvolvimento do Espírito, até o surgimento da vida na Terra, uma hipótese livre pensadora Kardecista

Alexandre Cardia Machado


Sumário:

1 – Importância do tema

2 – Limites da hipótese proposta

3 – O que teria acontecido com o espírto no Big bang

4 – Qual a trajetória do Espírito após o big bang e o aparceimento da vida

4.1 – O aparecimento da vida

4.1 – no Universo

4.2 – na Terra

5 – Conclusões

6 – Referências


1 – Importância do tema

Allan Kardec e os Espíritos formularam teorias de formação do universo, estas teorias em vários aspectos não são confirmadas pela observação moderna e portanto merecem uma atualização, ...

Kardec entendia bem isto e declarou em A Gênese “Caminhando de par com o progresso, o Espiritismo jamais será ultrapassado, porque se as novas descobertas lhe demonstrassem estar em erro acerca de um ponto qualquer, ele se modificaria nesse ponto. Se uma verdade nova se revelar, ele a aceitará”.

Portanto, Kardec tinha noção de que o Espiritismo haveria de evoluir o que, no entanto, não foi entendido por seus seguidores que elegeram a Doutrina escrita em 1857 como a verdade acabada. Quase nada mais se acrescentou e incorreu-se no erro e no risco de passar-se de Científico para Pseudocientífico ou, nas palavras de Gewandsznajder “Não é por acaso que algumas pseudociências estagnaram e seus seguidores tenham se limitado a repetir as mesmas ideias, técnicas e princípios pretensamente verdadeiros de centenas até milhares de anos atrás. As pseudociências,... costumam se isolar-se da ciência. Seus seguidores ostentam às vezes completa indiferença para com as descobertas científicas, sustentando princípios e leis que frequentemente contradizem os princípios científicos”. (4)

2 – Limites da hipótese proposta

Estamos desenvolvendo um modelo de desenvolvimento do espírito, desde a sua criação como princípio espiritual até o surgimento da vida.

Partimos da proposta existente no Livro dos Espíritos (LE)  da existência de Deus, do espírito e da matéria, esta última representada desde as mais diversas formas de energia até a menor partícula sub-atômica, passando por todos os estados em que a mesma pode se apresentar (sólido, líquido, gasoso, plasma ou energia).

Consideramos também o exposto no LE - Sabemos que o espírito é criado simples e ignorante[1] (princípio), devemos portanto admitir que o espírito vá se tornando mais complexo desde a sua criação até um momento qualquer que o analizemos. Algo que evolua, que seja imortal e sede da inteligência, deverá necessariamente desenvolver-se ou seja passar de simples e ignorante a algo complexo e inteligente.

As observações do universo levam à conclusão de que a hipótese do Big Bang é a mais provável para o surgimento do universo, sendo esta a marca mais clara da ação do Criador, tres observações reforçam esta tese:

1 – Existência de uma radiação de fundo de microondas no espaço;

 2– O universo está em expansão;

 3– Idade da matéria e os isótopos do Urânio teriam entre 10 e 15 bilhões de anos e a idade das estrelas entre 12 e 14 bilhões de anos. [2]

Entender, nestas condições como aparece o espírito no cenário universal é o objetivo deste trabalho.

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 3 – O que teria acontecido com o espírito no Big Bang


O Espírito e a Matéria tem uma trajetória de evolução extremamente interligada,  para que o espírito possa encarnar é preciso que indivíduos existam ou seja, é preciso que a vida surja no Universo.

Mas como os processos naturais levam aos estados de menor energia, só mesmo com a participação, deste espírito que é o componente do universo que tem a capacidade da inteligência, ou do aprendizado, para fazer com que a matéria bruta orgânica ganhe vida.

Sendo a matéria o laço que prende o espírito[3], enquanto princípio espiritual, passemos então a analisar a evolução do espírito:

Evolução do espírito:

Sabemos que o espírito é criado simples e ignorante[4] (princípio), devemos portanto admitir que o espírito vá se tornando mais complexo desde a sua criação até um momento qualquer que o analizemos. Algo que evolua, que seja imortal e sede da inteligência, deverá necessariamente desenvolver-se ou seja passar de simples e ignorante a algo complexo e inteligente.

Natureza do Espírito:

1.é um ser criado potencialmente, perfectível, como um projeto

2.é imortal, um ser realizável, possui como qualidade própria a capacidade de permanecer individualizado para sempre

3.é necessário a presença de um elemento externo, adequado ao seu desenvolvimento      ( mundo material)[5]

O  que é o espírito,como princípio então ?

A resposta imediata para qualquer espírita é: “é o principio inteligente do Universo” [6]– esta é a resposta do Livro dos Espíritos-LE, mas poderíamos dizer também que é algo que está preso à matéria por um laço[7]. Este laço é tão importante ao ponto de não ser possível ao espírito se expressar senão ligado à matéria.

Onde se localizaria o princípio espíritual?


O Físico Francês Jean Charon chega a conclusão de que o espírito se localiza em um “micro buraco negro” encontrado junto ao elétron – por ser este um elemento da natureza que migra por todo o universo. Partindo desta idéia – na Teoria Kardecista estaríamos falando aqui do Princípio Espiritual. A esta fase de vida deste espírito em formação que passo a denominar de Princípio Espiritual Arcaico( PEA)

 

Pensando em “Big Bang” por volta de 0,000006 seg após o início da expansão do universo o elétron foi criado, por consequência o PEA poderia estar iniciando a sua jornada, no laço da matéria neste momento.

Por que o elétron ?

Porque na região do elétron, segundo as equações da relatividade, passaríamos a vivenciar uma situação negaentrópica – isto é possível porque algo que esteja nesta região não segue uma lógica normal, busca uma nova ordem teríamos os micro-constituíntes da situação negaentrópica que caracteriza a vida[8]. Nesta região surge um micro buraco-negro que poderia ser o laço que prende o PEA.

Nesta região aplica-se também o princípio da incerteza de Heisenberg[9], hoje, segundo Greene, sobre o elétron “a Mecânica quântica não é capaz de dizer se a onda de probabilidade é o elétron, ou se ela é associada ao elétron, ou se é o instrumento matemático que descreve o movimento do elétron, ou se é a incorporação do que podemos saber sobre ele”[10] . Por isto mesmo acredito que se um dia entermos plenamente o elétron teremos dado um passo fundamental para entender o espírito.

Para me ajudar nesta afirmação recorro ao próprio Kardec[11], “Desde os animais do último grau, passando pelos Espíritos inferiores, até chegar ao arcanjo tudo se encadeia na Natureza. O próprio arcanjo começou pelo átomo.”

André Luiz, também, ao  se referir à matéria mental destaca o papel do elétron:

“Identificando o fluído elementar ... por base mantenedora de todas as associações da forma nos domíneos inumeráveis do cosmo, do qua conhecemos o elétron como sendo um dos corpúsculos-base, nas organizações e oscilações da matéria...encontraremos a matéria mental que nos é própria, em agitação constante...”[12]

Hernani Guimarães[13] chega mesmo a desenvolver toda um teoria à respeito da matéria Psi, como tratamos aqui das idéais básicas não nos aprofundaremos, deixando apenas as pistas para aqueles que assim se interessarem.

Todo este detalhamento científico se fez necessário, para que possamos estabelecer um patamar, capaz de nos permitir demonstrar que etapas ainda seriam necessárias, na evolução do universo, à partir da sua criação no bigbang, até que as mínimas condições para aparecimento de vida se façam presentes.

 

 4 – Qual a trajetória do Espírito após o Big Bang e o aparecimento da vida

4.1 – O aparecimento da vida:

A questão 37 de O Livro dos Espíritos diz: “O Universo foi criado ou existe de toda a eternidade como Deus? É fora de dúvida que ele não pode ter-se feito a si mesmo. Se existisse como Deus, de toda a eternidade, não seria obra de Deus”.

Com relação à vida na Terra, na questão 45, os Espíritos respondem a Kardec, referindo-se aos elementos orgânicos: ”Achavam-se por assim dizer, em estado fluido no espaço no meio dos Espíritos, ou em outros planetas, à espera da Criação da Terra para começarem existência nova em novo globo”.

Mas o que pensam os cientistas, ou melhor, em qual caminho marcha a Ciência na busca da origem da vida na Terra, ou no universe à partir do que se conhece na Terra? Os cientistas pesquisam as moléculas mais básicas, presentes em todos os organismos ou a capacidade de reproduzir-se que são as proteínas e ácidos nucléicos, como cita Carl Sagan, em artigo publicado na Revista Superinteressante de janeiro de 1988, intitulado “como a vida começou”.

“As proteínas controlam a química e a arquitetura de cada célula (...)”. “Elas determinam o ritmo segundo o qual outras moléculas interagem. Elas guiam o metabolismo. Os ácidos nucléicos são as moléculas mestras da vida. Com apenas algumas poucas possíveis exceções, contém toda a informação hereditária”, afirma o cientista no seu artigo.

Foi nessa linha de pesquisa que dois cientistas americanos- Harold Urey e Stanley Muller- da Universidade de Chicago, no começo dos anos 50, realizaram uma experiência que simulava as condições atmosféricas existentes no nosso planeta há 4 bilhões de anos (os sinais de vida já detectados datam de 3,8 bilhões de anos).

O experimento consistia em introduzir num frasco de vidro, hidrogênio, metano, amônia e água que, acredita-se, formavam a atmosfera da Terra, naqueles tempos. A água foi mantida fervendo enquanto, periodicamente, descargas elétricas cortavam o ambiente. Após dois dias formou-se um caldo amarelado; com maior fervura passou a rosa, ou seja, foi possível obter compostos orgânicos mais complexos. Naturalmente, não se criou vida naquele frasco, mas comprovou-se como poderiam ter surgido as primeiras proteínas.

A colocação “estes germes permaneceram em estado latente de inércia, como a crisálida e as sementes de plantas”, que esta na questão 44, de O Livro dos Espíritos, considerando, pois, literalmente, que os princípios vitais estariam como germe, pode ser interpretado de diversas maneiras.

Se, contudo, apenas compararmos os conhecimentos científicos da época, que também seriam os que possivelmente teriam os Espíritos que deram comunicações a Kardec, podemos tirar algumas posições. O Livro dos Espíritos foi publicado em 18 de abril de 1857, enquanto o trabalho mais importante e que abriu canal de discussão sobre a origem da vida, “Origem das Espécies”, foi publicado por Charles Darwin em 24 de novembro de 1859.

Antes de Darwin, todos os trabalhos baseavam-se na criação espontânea, a cargo de um ato executivo de Deus. Dessa forma, interpreta-se que os Espíritos não tinham uma visão evolutiva, sendo suas posições mais próximas da criação espontânea do homem, na origem dos tempos, como dá entender a questão 49, do capítulo citado.

A Ciência não busca  acabar com Deus, nem nada parecido, na verdade a ciência isola a ação Divina. Apenas procura descobrir as leis naturais e os mecanismos de ação dessas leis. Aliás, a existência de Lei, admite um legislador.

As experiências feitas em nossos dias pela Engenharia Genética jamais conseguiram criar a vida. Mas ajudaram muito a viabilizar uma condição acessória (exemplo do bebe de proveta), mas a ligação do principio espiritual às moléculas orgânicas continuam um mistérios a ser decifrado.

Hoje se conhece muito mais que em 1857, acerca da evolução material, mas pouco ou nada se acrescentou a questão fundamental: o que é a vida? Mas isso é tema para outro artigo.[14]

 

4.2 – no Universo

 

Como se desenvolveu o Espírito?

tese que desenvolvo é que Deus criou a matéria e o espírito ao mesmo tempo, no chamado “Big Bang” ,há 14 bilhões de anos atrás, sendo a matéria o laço que prende o espírito (LE – questão 22). Tomando como base o nosso planeta, a evolução dos espíritos que aqui se desenvolveram, seria como no quadro acima.

Desta forma, o princípio espiritual evolui, de seu estado inicial que chamamos didaticamente de Principio Espiritual Arcaico, até a forma Espiritual que habita os nossos corpos físicos

Assim teríamos as seguintes fases que o espírito passaria, desde a sua criação até a fase de sabedoria:

1 -Do Big Bang até o surgimento da vida em algum planeta é necessário um processo de formação de matéria, o que chamarei a seguir de tijolos da viida, na Terra, 10,5 bilhões de anos após o Big Bang só , existia  o Principio Espiritual Arcaico, este evoliu muito pouco absorvendo os reflexos de suas interações com a matéria, através das constantes transformações que a mesma é sumetida. Neste período há o predomínio do Principio Espiritual Arcaico.

2 – Quando  surge a vida, na tese da pluralidade dos mundos habitados, nos diversos locais do universo  o Principio Espiritual começa a se desenvolver em seres vivos primitivos dos reinos mais simples que acreditamos possam surgir semelhantes aos Reinos  Monera, Protista, Fungo e Planta, que conhecemos na Terra. Nesta fase este Principio receberá o nome didático de Principio Espiritual Vital, onde o Principio Espiritual Vital  aprende por reflexos e por instinto e torna-se o agente da manutenção da própria vida; Neste período então existe o predomínio do Principio Espiritual Vital sobre o Principio Espiritual Arcaico  que segue interagindo com a matéria e coexistindo com  o Principio Espiritual Vital, já diferenciado do seu antecessor.

3 – Como não detectamos a vida fora da Terra ainda, vamos usar o exemplo terreno para explicar a trajetória evolutiva do Espírito. A busca de vida fora da Terra persiste, portanto a Doutrina Kardecista precisa estar atualizada e capaz de explicaá-la a luz da ciência.

 

4 – Acreditamos que à partir de seres com características semelhantes aos dos animais da Terra, ou seja com mobilidade, com corpos físicos mais desenvolvidos, adaptados aos planetas onde se desenvolveram através da lei natural da sobrevivência do mais forte e da adaptabilidade, o Princípio Espiritual sofra um grande avanço evolutivo, comparado aos outros tipos de vida disponíveis até então. O desenvolvimento destes seres vivos até um nível civilizatório, é uma incógnita, pois os corpos precisariam passar por dificuldades as mais diversas que levassem a este desenvolvimento. Mas é possível imaginar que isto tenha ocorrido ou esteja ocorrendo em diversos pontos do universo, dado onúmero impressionante de estrelas e planetas existentes no universo e claro à existência da lei natural de progresso.

Atualmente existem diversas pesquisas de busca de vida extra-terrestre que não entraremos em detalhes aqui, mas que desenvolvemos no trabalho -  Análise da necessidade de recorrermos à exobiologia , quer física, quer espiritual para explicar o desenvolvimento das civilizações na Terra. Apresentado no X SBPE em 2007[15]. Existem alguns estudos no MIT (Massachusetts Institute of Technology) onde um projeto está sendo desenvolvido para cirar um equipamento capaz de analisas rochas marcianas e comparar possíveis DNAs de microorganismos existentes ou fossilizados com os DNAs terrestres buscando correlação entre eles[16].

 

Ou seja, se no futuro as missões robóticas que estamos enviando a Marte conseguirem obter algum sinal de vida em sua superfície, seremos capazes de saber se existe relação entre estas formas de vida e as desenvolvidas na Terra, e porque isto? Pois permanentemente nosso planeta tem recebido metoritos oriundps de Marte, sim, porque há cerca de 2 bilões de anos todos os planetas do sistema solar estavam permanentemente entrando em choque com asteroides.

 

A grnade incógnita aqui é que, a vida pode surgir e não permanecer, por razões que entenderemos melhor no próximo capítulo.

 

 4.3 – na Terra

Como foi o desenvolvimento do corpo físico?

Os tijolos da vida - a composição da química da vida em todas a formas de vida que conhecemos, dependem da presença de alguns elementos químicos principais: são eles:  Hidrogênio, Oxigênio, Carbono e Nitrogênio. Todos os outros elementos químicos juntos representam menos de 1% da massa do corpo humano, como exemplo.

Não é a toa que os quatro elementos principais fazem parte dos seis elementos mais comuns do Universo, os demais são Hélio e Neón. Curiosamente, estes 4 elementos básicos para a vida não são tão presentes na Terra, como o são no espaço, ou seja a incidência destes elementos na Terra, onde sabidamente há vida, é menor do que na média dos outros locais do universo, demonstrando que os componentes químicos necessários ao aparecimento da vida, são muito comuns no universo, nos permitindo pensar que, se as condições ambientais favorecerem, a vida pode se originar em qualquer lugar no espaço onde são gerados no interior de estrelas.

O processo de formação de uma estrela até a sua destruição não é muito rápido e está na casa de bilhão de anos. Assim é provável que nos primeiros 2 bilhões de anos pouco ou quase nenhum carbono estivesse disponível. Passado portanto esta primeira etapa orfã de Carbono, começam novos ciclos de vida de estrelas, e neste aspecto é importantíssimo o caos a que se segue a uma explosão de uma nova ou de uma supernova, pois ela espalha nas regiões interestelares, uma nebulosa, repleta destes elementos mais pesados, como Carbono, Silicio, Ferro, Níquel misturados a uma quantidade enorme de gases, como hidrogênio, oxigênio, hélio e neón.

Como toda a vida até hoje detectada, está baseada no Carbono e na química orgânica, podemos pensar que nos primeiros bilhões de anos após o Big Bang, nenhum princípio espiritual pudesse ter evoluído a espírito.

À partir de uma nebulosa há cerca de 5 bilhões de anos atrás, fez-se surgir o Sol e seu sistema planetário e com o tempo a vida na Terra.

Processo de aparecimento da vida na Terra:

1. Formação da crosta sólida no planeta (desta crosta todos os elementos químicos serão extraídos;

2. Formação de grandes oceanos ( existência de água no estado líquido que se deveu muito provavelmente a uma série de choques de cometas contra o nosso planeta[17]);

3. Existência de uma atmosfera rica em CO2, CH4 e vapor d’água que favoreceu o aparecimento do efeito estufa que tanto nos incomoda hoje, mas que provocava grandes convecções na atmosfera e como consequência tempestades e raios elétricos)- isto permitiu a sintetização de aminoácidos;

4. Existência de um satélite de proporções planetárias[18] – a Lua, que a 3,5 bilhões de anos estava a 1/3 da distancia atual da Terra e provocava marés 9 vezes mais altas e vulcanismos na superfície da Terra. Com isto os oceanos varriam a superfície da Terra com força colossal, trazendo e misturando os elementos químicos necessários para o surgimento dos primeiros sistemas autonomos[19] ( vida) provavelmente no fundo dos oceanos, adsorvidos às conhecidas pedras pome;

 Ao surgir a vida na Terra, há 3,5 bilhões de anos, por cerca de 2 bilhões de anos o Principio Espiritual desenvolve-se em seres vivos primitivos dos reinos  Monera, Protista, Fungo e Planta. Nesta fase este Principio receberá o nome por nós criado didáticamente como de Principio Espiritual Vital , onde o Principio Espiritual Vital aprende por reflexos e por instinto e torna-se o agente da manutenção da própria vida; Aqui, na Terra, como na regra geral do Universo - Neste período então existe o predomínio do Principio Espiritual Vital sobre o Principio Espiritual Arcaico  que segue interagindo com a matéria e coexistindo com  o Principio Espiritual Vital, já diferenciado do seu antecessor

Há cerca de 500 milhões de anos, surge a vida animal, muito mais complexa. Esta é a fase na qual Kardec costuma chamar o espírito de Principio Espiritual Propriamente Dito - PE. O Principio Espiritual Propriamente Dito aprende por reflexo, instinto e inteligência rudimentar; Iniciamos então o período onde o predomínio do Principio Espiritual Propriamente Dito, seguem atuam, cada qual em seu nível de evolução  o Principio Espiritual Vital e o Principio Espiritual Arcaico.

O Princípio Espiritual estagiou, desde os primeiros organismos unicelulares até os animais de hoje. Através da análise do DNA de todos os seres vivos podemos determinar que o primeiro animal a surgir na Terra foi a esponja marinha (DNA)[20]

Há  cerca de 4,5 milhões de anos o PE evolui para a forma de Espírito, encarnando em corpos de hominídeos onde o senso moral passa a preponderar em sua jornada, sendo o fator diferencial, associado ao desenvolvimento da inteligência. O Espírito passa a aprender por reflexo, instinto, inteligência e por interação moral.

A partir deste primeiro animal, os mecanismos já citados de evolução, fizeram em 500 milhões de anos, evoluíssemos até as formas humanídeas e bem mais perto de nós, nos últimos 500 a 250 mil anos evoluir até o Homo Sapiens.

Hoje, todas as fases de evolução espiritual estão presentes na Terra e no Universo. Se concentrarmos nossa atenção no espírito enquanto potência da natureza, poderemos dispensar alguns conceitos como, fluído animal, princípio vital e princípio inteligente que muito mais confundem que esclarecem a natureza das coisas.

 

Descrevemos em mais detalhes este processo e mesmo a evolução do princípio espiritual no planeta Terra, através dos seguintes trabalhos apresentados em Simpósios Brasileiros dos pensamento Espírita;

1 – O Ser humano e a evolução – Uma análise pré-histórica[21]

2 - A Evolução do Princípio Espiritualdo átomo ao Espírito Superior - Uma releitura da Codificação:[22]

 


5 – Conclusões:

 

Considerando os limites impostos a nossas reflexões, ou sejam existência de Deus, do espírito e da matéria, esta última representada desde as mais diversas formas de energia até a menor partícula sub-atômica, passando por todos os estados em que a mesma pode se apresentar. Sabendo  que o espírito é criado simples e ignorante (princípio), devemos portanto admitir que o espírito vá se tornando mais complexo desde a sua criação até um momento qualquer que o analizemos além de que as observações do universo levam à conclusão de que a hipótese do Big Bang é a mais provável para o surgimento do universo que conhecemos.

Considerando também os mecanismos de conhecidos até o momento para o aparecimento e o desenvolvimento de vida no Universo, partindo da experiência terrestre propomos que:

1 – O espírito foi criado junto com a matéria no Big Bang, denominado por mim de Pricípio Espiritual Arcaico, com baixa taxa de evelução, no contando com o potencial de evoluir.

2 – Quando a vida surge, os Pricípios Espirituais Arcaicos passam a ter maior mobilidade e evoluem a outro tipo de princípio espiritual que chamo de Pricípio Espiritual Vital, que irá evoluir nas espécies inferiores da natureza.

3 – Quando a vida evoluiu a espécies animais – o princípio espiritual agrega mais desenvolvimento e passa a incoporar o instinto, aqui chamamos didaticamente de Princípio Espiritual Propriamente Dito.

4 – Quando o pricipio Princípio Espiritual Propriamente Dito chega a fase de compreender a existência do outro, ele se eleva a categoria de Espírito, isto ocorre em nosso planeta quando surgem os hominídeos.

Consideramos também que o mecanismo de evolução seja o da adaptação do mais forte, ou como é conhecido como a teoria da evolução das espécies primeiramente descrita por Darwin. Existe sempre a atuação do Princípio Espiritual no processo, mas não há indicação de evolução por saltos.

 

 6. Referências:

 

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––- Perispírito e corpo mental – sede da memória, geração espontânea e Evolução anímica – FEESP -1999 SP- Brasil.

FERREIRA, AURÉLIO B. DE HOLLANDA – Pequeno Dicionário Brasileiro da Lingua Portuguesa –11a edição Gamma editora .

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VIDEIRA, A & Charbel Niño EI-Hani -  Para entender a biologia do século XXI. Editora Relume Dumara – Rio de Janeiro RJ –Brasil -2000.



[1] Kardec, Allan – O Livro dos Espíritos 1858 Ed. FEB – questão 115

[2] Trabalho do SBPE - A Evolução do Princípio Espiritualdo Átomo ao Espírito Superior – Machado, Alexandre

[3] Kardec, Allan – O Livro dos Espíritos 1858 Ed. FEB – questão 22

[4] Kardec, Allan – O Livro dos Espíritos 1858 Ed. FEB – questão 115

[5] Régis, Jaci - Do Homem e do Mundo – Ed. Licespe – Santos SP –1994 - página 39

[6] Kardec, Allan – O livro dos Espíritos - questão

[7] Kardec, Allan – O livro dos Espíritos - questão

[8] Charon, Jean E. - Espírito este desconhecido – Ed. Melhoramentos, 1977

[9] Greene, Brian – O tecido do cosmo – o espaço, o tempo e a textura da realidade – página 117

[10] Greene, Brian – O tecido do cosmo – o espaço, o tempo e a textura da realidade – página 115

[11] Kardec, Allan – O Livro dos Espíritos – questão 540.

[12] Luiz, André – Mecanismos da Mediunidade – Francisco C. Xavier e Waldo Vieira. Ed. FEB – 1939 – página 43

[13] Andrade, Hernani G. – Psi quantico – uma extensão dos conceitos Quânticos e Atõmicos à Idéia do Espírito – Ed. Pensamento – SP – 1986  página 98

[14] Jornal Abertura – a origem da vida – Alexandre Machado – Fevereiro 1989

[15] Análise da necessidade de recorrermos à exobiologia , quer física, quer espiritual para explicar o desenvolvimento das civilizações na Terra

[16] Vida na Terra e em Marte podem ter origens comuns – Site Terra Março 2011

[17] Tyson, Neil DeGrasse e Goldsmith, Donald – Origins Fourteen Billion Years of Cosmic Evolution – Norton & Company – 2004 – página 233

[18] Hubble – 15 anos de descobertas – Scientific American Brasil - DVD

[19] Origens da vida – a Evolução das Espécies – National Geografhic - DVD

[20] National Geografic – Origens da vida – A evolução das Espécies – Filme O início de tudo.

[21] O Ser humano e a evolução – Uma análise pré-histórica – Alexandre Cardia Machado

[22] A Evolução do Princípio Espiritualdo átomo ao Espírito Superior - Uma releitura da Codificação – Alexandre Cardia Machado

 Nota: Artigo originalmente publicado no Jornal Abertura de Santos.

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