segunda-feira, 30 de maio de 2022

O que é a vida - por Cláudia Régis Machado

 

O que é a vida?

 

Na filosofia espírita a vida corporal é a oportunidade para o espírito exercitar suas qualidades, desenvolver potencialidades, retratar suas condições vivenciais e acima de tudo um período de aprendizagem.

Para nós espíritas esse é objetivo de nossas vidas.

Para o Espiritismo realidade existencial inclui corpo físico, perispírito e espírito.

A vida tem uma dinâmica própria e podemos “construir o sentido da vida no viver quando fazemos ela ter significado ou valor.” Rodrigo Tavares Mendonça (psicólogo).

Parafraseando alguns versos da música de Gonzaguinha “O que é. O que é” destaco alguns que compõe nosso pensamento e inquietações sobre o que é a vida:



 

“A vida é viver. /

Somos nós que fazemos a vida, como der, ou puder ou quiser. /

Ela é maravilha ou é sofrimento. /

Ela é alegria ou lamento. /

Ela é luto ou prazer”.

 

Creio que a letra nos leva a pensar que os “ou” sejam uma escolha ou outra mas, na realidade nos movimentamos entre várias situações e sentimentos em momentos distintos, assim que um não exclui o outro.

Extraindo ainda da mesma música, o que completa aquilo que temos como pensamento

 

Viver e não ter a vergonha de ser feliz/

A beleza de ser um eterno aprendiz/

Que a vida devia ser bem melhor. E será/

Mas isso não impede que eu repita é bonita, é bonita é bonita/

É a vida.

 

Dando sequência podemos nos perguntar durante a trajetória da vida:

Como vivemos?

Quais os valores que comandam a nossa existência?

Qual o nosso olhar para o mundo e do nosso estar no mundo?

Quais atitudes que priorizamos em nossa vida? 

Questões estas que nos ajudam a dar uma condução, um sentido à vida.

 

“A vida sem reflexão não merece ser vivida” Sócrates.

 

 

Cada ser humano tem uma concepção própria acerca da vida, do mundo, do universo.

E essa concepção se manifesta nas atitudes, nos comportamentos, nos sentimentos. Na forma que levamos e direcionamos a nossa vida. Na maneira como enfrentamos acontecimentos como doenças, relacionamentos, mortes, perdas e trabalho. O dia a dia.

 

De acordo com Jaci Régis “A lei natural estabelece uma sequência fundamental para o desenvolvimento dos seres: sobrevivência convivência e produtividade.

O impulso agressivo estrutural do ser se transforma em vontade que garante a sobrevivência, em desejo que permite a convivência e a busca da felicidade o que cria uma produtividade capaz de propiciar o prazer.” Essa estrutura se manifesta como base na formulação da vida, da existência.

Tendo como fim a felicidade, ou seja, o homem busca vida boa e feliz.

“O prazer é a meta, na vida.

O sofrimento é transitório, eventual”. (Jaci Régis).


Este artigo foi ariginalmente publicado no Jornal Abertura de abril de 2022. Quer ver o jornal completo?

Baixe aqui:

https://cepainternacional.org/site/pt/cepa-downloads/category/22-jornal-abertura-2022?download=147:jornal-abertura-abril-de-2022


 

 

terça-feira, 17 de maio de 2022

Dialogando com Jaci - por Egydio Régis e homenagem a Egydio Régis

 Disponibilizaremos neste blog os artigos escritos por Egudio Régis e publicados no Jornal Abertura entre os meses de janeiro /fevereiro de 2020 a junho de 2022.

Iniciaremos pelo preâmbulo.

DIALOGANDO COM JACI

 

Preambulo

 

Após encerrarmos o trabalho prazeroso durante dez anos estudando e divulgando os artigos elaborados pelo mestre na Revista Espírita, iniciaremos uma outra tarefa não menos prazerosa e de importância para a afirmação doutrinária Espírita em nossos tempos. Pessoas podem perguntar: por que Jaci Regis? O que ele representa para o Espiritismo? Seu nome é reverenciado nacionalmente? Por que não foi reconhecido e divulgadas suas ideias pelos canais do “poder” central do movimento espírita? Algumas destas perguntas responderemos baseados na vivência que tivemos dentro do movimento e com o próprio Jaci. Outras a obra literária dará as respostas que muitos procuram.

 

Qual o perfil de Jaci? Poucos da multidão de espíritas puderam realmente conhecer e admirar a personalidade marcante desse incansável trabalhador, quer dos assuntos doutrinários, quer da benemerência dedicada à infância e às mães sofridas carentes a procura de uma vida digna junto das suas crias. Jaci possuía uma energia de trabalho que chegava a irritar a quem o seguia. Sua mente criativa o projetava para novos projetos arrojados que faziam tremer as bases estabelecidas no pieguismo e nos valores envelhecidos pelo comodismo. Desde a adolescência ousou contrariar e enfrentar os velhos líderes do movimento espírita santista, cujos centros mais pareciam simulacros de igrejas e templos evangélicos do que casas de estudos e de divulgação da Doutrina Espírita. Aos quatorze anos chegou a Santos (catarinense de nascimento) , ingressou na então fundada Juventude Espírita de Santos (1947) onde logo manifestou seu espírito inquieto e quando a Mocidade rebelou-se contra os entraves da diretoria do Centro Espírita Manoel Gonçalves (sede primeira da Mocidade ) e transferiu-se para o Centro Beneficente Evangélico (em 1949, já então com o nome de Mocidade Espírita Estudantes da Verdade) Jaci, ainda na adolescência, quando o Mentor da mocidade o saudoso Alexandre Soares Barbosa teve, por força de sua atividade profissional, que deixar a condução doutrinária da entidade, chamou para si essa responsabilidade. O Centro Beneficente Evangélico, era um pequeno centro com poucos frequentadores e praticamente com as portas quase fechadas. A MEEV (Mocidade Espírita Estudantes da Verdade), sob a batuta de Jaci deu nova vida ao Centro. Mas, ele não se conformou com o fato de o nome não identificar uma casa espírita e sua primeira luta foi convencer a “velha guarda” a acrescentar o nome Espírita, passando então a denominar-se Centro Espírita Beneficente Evangélico. Com o apoio de alguns companheiros mais velhos, mas com mente aberta e, sobretudo, com os jovens da Mocidade, Jaci tornou-se o grande condutor do Centro. A primeira grande iniciativa foi propor a mudança do nome de Centro Espírita Beneficente Evangélico, para Centro Espírita “Allan Kardec”. Para se ter ideia da capacidade intelectual de Jaci, é preciso dizer que até mais de vinte anos de idade, ele tinha apenas completado o curso comercial, equivalente na época ao ginásio ou ao primeiro ciclo de hoje. Porque precisava trabalhar e não tinha tempo para estudar. Assim, somente lhe restava prestar exame de madureza que hoje seria o supletivo. A partir daí, tendo conseguido o certificado do segundo grau, não mais parou e laureou-se em três cursos superiores: Economia, Jornalismo e Psicologia, os dois primeiros em horário noturno por causa de sua atividade profissional como empregado da Petrobrás. Psicologia cursou quando já estava aposentado e foi sua última atividade profissional.

 

Paralelamente aos trabalhos no Centro e aos primeiros ensaios de questionamentos doutrinários, Jaci preocupava-se com a atividade de benemerência incorporando-se às campanhas desenvolvidas pelo Centro e, especialmente ao Lar Veneranda, creche não propriamente espírita, fundada e dirigida por um grupo de amigos ligados a atividade portuária. Essa entidade funcionava em uma casa e atendia um punhado de crianças possibilitando suas mães trabalharem, além de oferecer cursos de qualificação para essas mães. Sua situação não estava muito boa estando sob ameaça de despejo e outras dificuldades. Jaci e um grupo de jovens, depois de algumas gestões, assumiu a direção da entidade e num verdadeiro esforço heroico, suportando todo tipo críticas e má vontade de pessoas derrotistas, não só comandou a superação de dificuldades, como conseguiu a façanha de construir um prédio moderno e confortável para abrigar mais de cem crianças, estendendo a atuação de creche para o lar de crianças desamparadas. Incansável, dirigia o Lar, o Centro, fazia palestras, escrevia e trabalhava profissionalmente em jornada de oito horas. Era difícil acompanhar o seu ritmo de trabalho e isso muitas vezes o irritava.

 

Jaci não era uma pessoa melosa, tinha uma personalidade forte e não usava de eufemismos com ninguém. Era direto, duro, mas sensível e respeitoso com quem merecia. Era um palestrador na época em que surgiram os oradores que davam verdadeiros espetáculos declamando trechos decorados, elevando a voz para impressionar o público e derramando-se em trechos evangélicos longos. Jaci, não decorava nada, não fazia pose, não usava linguagem empolada. Não empolgava, fazia pensar, derramava doutrina clara e ousava tocar em assuntos que melindravam as plateias acostumadas a ouvir repetidamente lições evangélicas e pouco espíritas. Como resultado de sua coragem em criticar os centros que mais pareciam igrejas e assembleias evangélicas, Jaci passou a ser persona não grata nas casas espíritas. Os jornais que fundou e escreveu, como o Abertura, assim como suas obras, foram proibidos pelos dirigentes desses centros. Por incrível que possa parecer, sua palavra foi caçada e seus escritos censurados, sob a égide de uma doutrina que tem a liberdade de pensamento e de expressão como lema maior. Essa lamentável atitude espalhou-se por todo o Brasil e por isso suas ideias revolucionárias, seu descortino em analisar a obra de Kardec e desmistificar o emanuelismo e o mediunismo que pretendiam substituir e superar Kardec, não chegaram à massa espírita.

 

Além dos livros, que vamos basear nosso trabalho, Jaci foi o grande incentivador do espiritismo laico, hoje bem sedimentado no continente sul-americano. Idealizador do Simpósio Brasileiro do Pensamento Espírita, que reúne espíritas de todo o Brasil e de outros países, é sempre lembrado e citado por muitos participantes.

 

Enfim, muito poderia escrever sobre Jaci, de quem tive a honra de ser irmão de sangue e mais do que isso, seu admirador e seguidor. Devia esta justa homenagem a um dos mais importantes espíritas de nosso tempo. Oxalá a partir deste modesto trabalho algumas pessoas se interessem e mergulhem nos ensinamentos de Jaci Regis.

 

Na Edição de junho de 2022 do Jornal Abertura fizemos esta homenagem a Egydio Régis.

Nossa homenagem a Egydio Régis

 

Dialogando com Jaci

Jaci Régis, Irene Régis, Palmyra Régis, Ivon Régis e Egydio Régis – 70 anos de Jaci.

Egydio Régis é irmão mais novo de Jaci, e o sucedeu na presidência do CEAK – Centro Espírita Allan Kardec de Santos onde foi presidente por 15 anos.

Os irmãos tinham muitas coisas em comum, formaram famílias extensas e de espíritas atuantes, ambos trabalharam na Petrobrás e como já nos referimos foram presidentes do CEAK e apaixonados pelo Espiritismo.

Egydio  dedicou os últimos dois anos e meio a dialogar com Jaci, utilizando como base para tal alguns dos livros publicados pelo irmão, o fez ao todo através de seis obras:

A mulher na Dimensão Espírita; Comportamento Espírita; Amor Casamento e Família; Caminhos da Liberdade; Introdução à Doutrina Kardecista e Uma Nova Visão do Homem e do Mundo. Nesta edição do jornal Abertura de junho de 2022 apresentaremos a última coluna produzida por Egydio Régis.


 



A Neca e eu - por Alexandre Cardia Machado

 

A Neca e eu

 

As vidas de todas as pessoas têm coisas diferentes e particulares, algumas positivas, outras engraçadas, eu e minha irmã somos assim. Eu nasci 10 meses e 25 dias depois dela, de tal forma que todos os anos brincávamos que por 35 dias ao ano éramos gêmeos.

A última vez que isto aconteceu, foi no ano passado quando completei 63 anos no dia 1° de maio e terminou no dia 5 de junho, quando a Mariângela fez 64 anos, este é o nome da Neca, apelido que ele mesma escolheu para si mesma.



Bem esta nossa brincadeira aconteceu novamente, pela última vez este ano, minha querida irmã mais velha desencarnou vitimada de um câncer extremamente agressivo que entre o primeiro sintoma e a passagem dela para o Mundo dos Espíritos foram apenas 60 dias.

Toda a morte traumatiza, nos deixa perplexos diante de nossa incapacidade de mudar o curso dos acontecimentos, minha irmã mais velha era espiritualizada, participava do CCEPA – Centro de Cultura Espírita de Porto Alegre, de nosso bairro o Menino Deus. Pelo fato de ter entendimento de que vida e a transitoriedade no mundo dos espírito são dois lados da mesma moeda, lutou o quanto pode, mas, em um determinado momento me disse “Xande se o pior ocorrer estou preparada, não temo a morte”.

A Neca tem três filhos maravilhosos, Marcela, Gabriel e Guilherme, um genro e duas noras e três netinhos. Ficaram todos e nós também, minha mãe Regina e eu, afastados temporariamente dela.

A Mana viveu e aproveitou o mundo o quanto pode, foi professora do município de Porto Alegre, diretora de escola, Pedagoga e Bacharel em Direito, ela estava sempre estudando e buscando por novos conhecimentos.

Quando pequenos, ela era a maior de nosso grupo de primos e mandava em todos, na minha casa, em nossa família coube a ela, mulher abrir os caminhos que sempre ficavam mais fáceis para mim que vinha em seguida.

Vamos sentir muitas saudades, do afeto, do sorriso e das broncas também, porque ninguém ela não era de ferro.

Tive a incumbência de dizer, em nome da família as últimas palavras, num salão muito cheio de parentes, amigos dela, de minha mãe e de seus filhos, e disse que como espíritas sabíamos que a imortalidade dinâmica existe e que não deveríamos ficar tristes, que podíamos chorar, mas que ela estaria bem, no seu novo local de crescimento espiritual.

Até logo Mana.

Neca ou Mary ou Mariângela Cardia Machado (5/6/1957 - 24/3/2022)

segunda-feira, 9 de maio de 2022

Imortalidade em nossas vidas - por Cláudia Régis Machado

 

Imortalidade em nossas vidas

Cláudia Régis Machado

Às vezes pensar sobre a imortalidade nos parece algo distante que só pensamos quando estamos perto da morte. Mas como inseri-la em nosso dia a dia? Que comportamentos nos fazem expressá-la?



Primeiro o principal, ter o conceito que a imortalidade é dinâmica, não é um lugar, ou um estado do plano extrafísico. A Doutrina Espírita nos dá oportunidade junto do seu arcabouço estrutural de analisá-la de uma forma distinta da explicada pelo espiritualismo cristão, pois dentro da visão evolucionista que o Espiritismo nos propõe, de um continuum existencial, a vida se expressa e acontece em uma dimensão interexistencial no plano físico e extra físico Isto nos leva a perceber que a imortalidade não é estável. “A descoberta do plano extrafisico deu sentido à imortalidade e integrou as dimensões em que se manifesta o ser humano”. (Jaci Régis).

O conceito de imortalidade é de grande importância, o início, muitas vezes, para a compreensão da idéia espírita. Este é um do motivo que escrevi o livro – Kadu e o Espírito Imortal – livro infanto- juvenil que foi elaborado como um jogo, de idas e vindas para encontrar respostas e entender o fenômeno da morte, compreendendo assim a imortalidade de forma tranqüila, com leveza e de forma lúdica. O livro também é para adultos, iniciantes da Doutrina Espírita, que gostam de adentrar no assunto de um jeito ameno e pedagógico, que com certeza apreciariam, há no livro fatos da história do Espiritismo, sobre a mediunidade e outros pontos.

Mas voltando, o que a imortalidade propicia em nosso dia a dia?

Perceber-se imortal é um estado que é construído pouco a pouco na estrutura mental do espírito e, colocar em prática este estado é aprender a sua importância em nosso circulo de vivencia. Com isto seremos favorecidos, através de sua compreensão, um olhar, um sentir, um enxergar as coisas, os acontecimentos em nossas vidas e as pessoas do nosso redor com uma lente diferente.

Além do mais, e de suma relevância, levar a transformar nossa relação com os outros e também a visão de nós mesmos, porque a imortalidade dinâmica amplia a consciência de quem somos e o nosso papel e atuação no mundo e isto sem dúvida se reflete em nosso comportamento.

Esta é uma escolha que deve ser feita por nós todos os dias para que se torne um estado cotidiano e esteja presente em nossas reflexões e atitudes.

 Concretamente sabendo da existência do plano extrafísico, está demonstrado que somos imortais e sendo a vida um continum, o intercâmbio do plano físico e extrafisico torna-se presente onde as vibrações energéticas interligam e interagem. Como na manifestação da mediunidade de todas as ordens onde a comunicação com os amigos espirituais é uma realidade e nos fenômenos que sugerem reencarnação através da lembrança de sua vida pregressa.

Assim percebemos que ser imortal é real. “A imortalidade sinaliza a natureza espiritual do ser inteligente. Ela o define como um ente que permanece”.

A imortalidade se expressa também quando traz esperança para lidar com os conflitos da vida e quando amplia nosso ponto de vista para o futuro para a evolução espiritual.

Como coloca o Espiritismo- Ciência da Alma- o conceito de espiritualidade, de sermos espíritos imortais, atemporais em nossa estrutura de vida nos traz benefícios e responsabilidades.

O objetivo da Ciência da Alma é desenvolver a espiritualidade na estrutura da pessoa. Lutar para que a espiritualidade seja inserida como natural no comportamento humano, sendo assim, a “Imoralidade ganha um novo sentido e um novo horizonte, como a seqüência natural da pessoa além do fenômeno da morte”.

Lutar porque sabemos a significância desse conceito- sabemos aonde queremos chegar, mas há um caminho a percorrer , é preciso encontrar ferramentas, estudo, persistência, coragem para alcança- lo. É uma jornada para se viver melhor.

Artigo foi publicado no Jornal Abertura de maio de 2022.

Baixe aqui:

https://cepainternacional.org/site/pt/cepa-downloads/category/22-jornal-abertura-2022?download=174:jornal-abertura-maio-de-2022


 

segunda-feira, 2 de maio de 2022

Realizado o 16° Fórum Espírita do Livre-Pensar da Baixada Santista

 16o Fórum Espírita do Livre-Pensar da Baixada Santista.


Nos dias 18 e 20/04/2022, no horário das 19h45 às 21h30, virtualmente, foi realizado o 16o

Fórum Espírita do Livre-Pensar da Baixada Santista. Este fórum ocorre anualmente,

sempre no mês de abril, em referência a data da publicação de O Livro dos Espíritos.

Este ano a organização ficou a cargo das seguintes instituições: Centro Espírita Allan Kardec

– CEAK, Centro Espírita Beneficente Ângelo Prado - CEBAP, Grupo Espírita Leon Denis -

GELD, Grupo Espírita Trabalho e Amor – GETA e o Instituto Cultural Kardecista de Santos –

ICKS. Com o apoio da CEPA – Associação Espírita Internacional e da CEPABrasil –

Associação dos Delegados e Amigos da CEPA no Brasil.


O tema central foi O CENTRO ESPÍRITA E A PANDEMIA, que foi desenvolvido em dois dias,

no primeiro abordando o “Como Foi” e no segundo “Como Será?”.


Nos dois dias a apresentação dos temas foram desenvolvidos em forma de painel com

representantes de cada instituição organizadora do evento. Cada um teve 10 minutos para

fazer sua apresentação, especificando a realidade e perspectiva do seu grupo. Ao final das

apresentações foi aberta a conversação com publico através de perguntas e proposições.


No primeiro dia, 18/04, sob a moderação de Jailson Lima de Mendonça, a atividade foi

iniciada com a apresentação de um vídeo contendo uma reflexão sobre a pandemia e uma

música e em seguida a abertura e boas vindas pela presidente da CEPA, Jacira Jacinto da

Silva.


Participaram do painel “Como Foi?” representando o CEAK – Sandra Régis, CEBAP – Míriam

Barros Moreira, GELD – Katia Cilene Guimarães da Costa Ferreira, GETA – Valter Pinto e

ICKS – Alexandre Cardia Machado.


Neste dia, os painelistas abordaram como foi o período de pandemia, as dificuldades no uso

de novas tecnologias, o distanciamento, expectativas, apresentando conteúdos, abordagens

e reflexões particulares, mas que ao final observou-se muitos pontos em comum a todas

instituições.


Link para acesso do dia 18/04/2022: https://www.youtube.com/watch?v=NIYRAO5mZdI

No segundo dia, 20/04, sob a moderação de Sandra Régis, a atividade foi iniciada com o

vídeo de um Coro/Música/Poesia que foi apresentado no XXIII Congresso da CEPA (outubro

de 2021) - Clamor da Terra (música de Rica Silva) e em seguida a abertura e boas vindas

pelo presidente da CEPABrasil, Ricardo de Morais Nunes.


Participaram do painel “Como Será?” representando o CEAK – Márcia Rahabani Elias,

CEBAP – Jailson Lima de Mendonça, GELD – Katia Cilene Guimarâes da Costa Ferreira,

GETA – José Marcos de Messias e ICKS – Alexandre Cardia Machado.

Os painelistas abordaram como será o pós pandemia, como estão se preparando para o

retorno, as dificuldades e suas perspectivas.


Link para acesso do dia 20/04/2022: https://www.youtube.com/watch?v=EbjRG66JYF8