quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

DESCRIÇÃO DE UMA COMUNIDADE ESPIRITUAL - por Marcelo Coimbra Régis

 DESCRIÇÃO DE UMA COMUNIDADE ESPIRITUAL


MARCELO COIMBRA REGIS


GPCEB – Grupo de Pesquisas Científicas Ernesto Bozzano


Apresentado no III - SBPE – Simpósio Brasileiro do Pensamento Espírita

1993 – Santos -SP






I. OBJETIVOS

II. METODOS

III. INTRODUÇÃO

IV. DESCRICAO

V. CONCLUSÃO



I. OBJETIVOS

   

O presente trabalho teve como objetivo descrever uma comunidade de espíritos desencarnados. Utilizamos como objeto de pesquisa a comunidade da qual participam os espíritos frequentadores do Centro Espirita “Allan Kardec” - Santos- SP (CEAK). 


O trabalho procura delinear as características administrativas, estruturais, arquitetônicas e organizacionais da mesma. 


Restrito unicamente a essa comunidade e sem pretensões de esgotar o tema proposto ou generalizar as informações a outras comunidades. 


Este trabalho é uma extensão natural das investigações realizadas pelo GPCEB acerca das atividades dos espíritos frequentadores do CEAK, conforme apresentado pelo autor no II SBPE em 1991.

 

                   

II. MÉTODOS


O método utilizado para obtenção das informações aqui compiladas foi  o questionamento dos próprios habitantes dessa comunidade através das reuniões mediúnicas de pesquisa conduzidas em conjunto pelo GPCEB e pelo CEAK.

 

Tais reuniões foram gravadas e posteriormente transcritas, sendo que copias das transcrições  encontram-se em poder do autor.


Ao todo, onze  espíritos prestaram depoimentos sobre o tema, por intermédio de três médiuns colaboradores. 


Os algarismos romanos em parênteses ao lado de parágrafos ou frases , especificam o número de espíritos diferentes que prestaram a informação citada.


Cabe notar que a coincidência de informações prestadas por espíritos diferentes através de médiuns diferentes comparada, também o método utilizado por Kardec quando da codificação do Espiritismo.



III. INTRODUÇÃO 


Antes de passarmos à descrição da comunidade objeto, cabem alguns comentários introdutórios que nortearam a descrição posterior. 


A comunidade objeto encontra-se na faixa evolutiva comumente conhecida como “ Umbral” (I). Essa faixa caracteriza-se pelo estrito inter-relacionamento com o plano terreno. Assim seus indivíduos e sua estrutura possuem uma ligação muito forte com as cidades terrenas.


Três espíritos contaram, literalmente, em seus depoimentos, que devido à proximidade, a comunidade objeto era como uma extensão da vida terrena, guardadas as diferenças geradas pela matéria ali presente, e o estado dos seus habitantes como desencarnados.


Outro quesito relevante é que se está descrevendo uma comunidade de espíritos equilibrados com a consciência de sua situação, uma quantidade de aspirações e caracteres, e que por essas condições, convivem em harmonia em ambiente organizado.


Não existem departamentos, secretarias ou ministérios  e sua estrutura e´ bem modesta. As várias equipes de trabalho e grupos afins possuem, em seu âmbito restrito, seus coordenadores e facilitadores.



IV. DESCRICAO  


                         A - Renovação da Direção -

                    

Não há eleições (III). A renovação não tem prazo definido para ocorrer (III) . Segundo relato dos espíritos as pessoas aptas à direção e que demonstrem interesse são indicadas a ocupar esses cargos (II). Quando dois ou mais espíritos desejam o mesmo cargo resolve-se a questão através do diálogo, sendo que só um assume. (I). 


Nem sempre o dirigente é bem aceito por toda comunidade (I). Quando o dirigente não cumpre os seus planos ou não atende as expectativas do grupo, a equipe à direção pede seu afastamento (II).


                        B - Atividades

                          

Nesses item são listados e descritos os trabalhos e atividades identificadas na comunidade.


                       

                        C - Equipes de Construção de Moradias / Edifícios

     

Para essa construção, a matéria existente é manipulada no Plano Espiritual, através de técnicas de concentração mental, construindo as casas e edifícios da comunidade.


                         D - Manutenção Urbana (I)

                                

Cuidam das ruas, praças e jardins, como faxineiros e jardineiros.


                         E - Segurança (III)


Grupos especializados protegem a comunidade contra a incursão de espíritos em desequilíbrio que tentem penetrar para assediar antigos parceiros, para desestabilizar a comunidade com ameaças, badernas , etc.

Tal serviço é realizado através da imposição de vibrações e pensamentos contratais agressores. Não foi citado o uso de armas ou outros instrumentos.


                         F - Grupo de Assistência aos recém-desencarnados (III)


Espíritos que se especializam em receber outros espíritos, ajudando-os a se recuperar do choque provocado pela morte e encaminhando-os para outros lugares e tarefas como: escolas, hospitais, alojamentos, etc. Dentre esses grupos identificamos um especializado em socorrer vítimas de acidentes nas estradas Anchieta - Imigrantes.


Formado majoritariamente por espíritos muito jovens que desencarnaram nessas estradas, essas equipes se revezam 24 horas por dia, socorrendo as vítimas. As equipes são formadas por médicos, enfermeiros e auxiliares que prestam o socorro inicial. Transportam as vítimas em ambulâncias para hospitais e acompanham seus casos de acidentes inclusive sua recuperação.

                        

                         G - Hospital (IV)

Um edifício baixo, branco, com muitos cômodos e salas amplas e refeitórios também grandes. Hospital possui um amplo jardim que rodeia todo o edifício. Alguns pacientes (II) citaram quartos com camas, medidos, enfermeiros, medicamentos, etc. Utiliza-se também, terapias psicológicas em pacientes com o intuito da melhor recuperação.


                         H - Escola (II) 


Edifício baixo, amplo, com muito arvoredo ao redor. Nessa escola, espíritos mais equilibrados se propõem a levar conhecimento perfeito àqueles que não os tem de sua situação e sem a perfeita identificação com o estado de desencarnado. Conhecimentos sobre a realidade do Plano Espiritual, sobre a vida, a matéria, e sua situação atual, muitas vezes recorrendo a experiencias de outros espíritos. Resumindo, a escola se propõe a reeducar os espíritos desencarnados para que possam viver bem em seu novo estado e no plano espiritual.


                        I - Postos de Assistência (II) 


São centros destinados a auxiliar no processo de reencarnação.


                         J - Laboratórios (II) 


Existem alguns laboratórios onde se acompanham os desenvolvimentos terrenos, principalmente na área de saúde e diagnósticos.


                          L - Intelectuais


Alguns espíritos se dedicam exclusivamente ao trabalho de pesquisa, estudos e produção intelectual.



                            M - Ociosidade (I)


Existem na comunidade aqueles espíritos que não se dedicam a nenhum trabalho especial, ficando na ociosidade.


                              N - Outros 


Foram citadas, por pelo menos, dois espíritos, as seguintes atividades : pregação religiosa, palestras, acompanhamento religioso, grupos de estudo e trabalhos em centros espiritas.


                             O - Lazer


Como atividades de lazer, foram citadas (III), músicas, samba, coral, instrumentação, canto. Teatro, dança, poesia, futebol e vôlei.



V. CONCLUSÃO



Acreditamos ter alcançado com este trabalho os objetivos propostos. Foi possível a descrição da comunidade “ Nossa Casa “ com sua arquitetura, organização diretiva, espíritos participantes, atividades e etc.


Dentre as dificuldades ressaltamos: 


1. O processo mediúnico psicofônicos que não permite uma precisão na obtenção dos dados, pois os mesmos são extraídos de diálogos  entre pesquisadores e espíritos com o agravamento da interferência do médium

2. A falta de habito de alguns espíritos em submeterem-se a questionamentos

3. A imprecisão das descrições feitas pelos espíritos devido à falta de parâmetros de comparação entre as duas realidades



A descrição apresentada, sem a pretensão de esgotar o assunto das comunidades espirituais, difere enormemente da maioria das descrições disponíveis na literatura espirita, notadamente de “Nosso Lar” de André Luiz. A comunidade “Nossa Casa”, apesar do nome semelhante, não possui ministérios, prece das seis horas e nem todas complexidade apresentada no livro de André Luiz.

 

Ao mesmo tempo, apresenta vários pontos de contato como o hospital, centro de atendimento, ônibus, segurança, etc. Portanto, um número maior de trabalhos independentes poderiam acrescentar em base numéricas superiores uma precisão maior sobre o tema. Isso diminuiria as incertezas, atenuando os erros de interpretação, influências culturais do médium e do grupo.


Esperamos que o trabalho aqui apresentado, somado a constatação do parágrafo anterior, suscitar a curiosidade investigadora em um número maior de grupos espiritas, para que os mesmos realizem semelhantes abordagens em suas cidades e estados para que possamos formar um quadro mais preciso do mundo espiritual.                                 


terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

ESTUDO EXPERIMENTAL SOBRE OS EFEITOS DO PASSE SOBRE O CRESCIMENTO DE COLÔNIAS DE BACTÉRIAS - por Marcelo Coimbra Régis

  



ESTUDO EXPERIMENTAL SOBRE OS EFEITOS DO PASSE SOBRE O CRESCIMENTO DE COLÔNIAS DE BACTÉRIAS - Marcelo Coimbra Régis

(ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO TRIPLO-CEGO )


I, INTRODUÇÃO 

                    

A força do método experimental se deve ao controle direto que propicia ao investigador aceitar as situações tais quais elas se apresentam.

Entre os diferentes estudos experimentais em Epidemiologia (“ciência que estuda o processo saúde-doença em coletividades humanas, analisando a distribuição e os fatores determinantes das enfermidades, danos à saúde e eventos associados à saúde coletiva, propondo medidas específicas de prevenção, controle ou erradicação de doenças, e fornecendo indicadores que sirvam de suporte ao planejamento, administração e avaliação das ações de saúde” (ROUQUAYROL e GOLDBAUM, 2003), os ensaios clínicos terapêuticos permitem avaliar a eficácia de um procedimento a partir da análise em sujeitos individuais.

Um ensaio clínico é um experimento onde selecionam-se indivíduos de 3 grupos, um que recebera o experimento e o outros 2 serão o controle. Os indivíduos do grupo experimental acionarão os mecanismos que está se procurando estudar, através da aplicação da emissão energética com a imposição das mãos . O grupo controle 1, funciona como passe-placebo, tentando emitir energia e o 2 grupo controle, não tentará a emissão energética.

O grupo experimental e os controles forma comparáveis em todos os aspectos, exceto naquele da investigação (emissão energética). Procurou-se parear os fatores aos quais se sabe ou se espera, influenciariam nos resultados, tais como idade, sexo, raça, estado de saúde.

I.I - PROTOCOLO

 1. Justificativa e antecedentes do ensaio.

 2. Objetivos específicos do ensaio.

 3. Exposição concisa do desenho para investigação (mascaramento, modelos de aleatórios, tipos e duração do tratamento, número de pacientes).

 4. Critérios para incluir/excluir os sujeitos do ensaio.

 5. Busca dos procedimentos de tratamento.

 6. Definição das técnicas utilizadas: clínicas, laboratoriais, etc.

 7. Métodos de garantia da integridade dos dados.

 8..Procedimento para aceite consciente dos participantes do ensaio.

 9. Procedimento para análise dos resultados.

10. Conclusões.


A opção pelo ensaio triplo-cego, teve o objetivo de impedir problemas na observação. 


Dessa forma, dividiu-se as placas aleatoriamente por um técnico que não participou de outras etapas do estudo, bem como, a avaliação microbiológica e a análise dos dados.


1. JUSTIFICATIVA E ANTECEDENTES


O passe (emissão energética próxima) é uma das práticas terapêuticas comumente empreendida pelos espíritos. Adeptos ou não, são atraídos aos Centros Espiritas na esperança de obterem alívios de seus sofrimentos físicos e psíquicos.

A maneira pela qual haveria ação física e psíquica do sujeito emissor (E) para o receptor (R) ainda não foram estudadas. Acredita-se que o passe propicie a mobilização de energia transferida do E para R com resultado terapêutico relativo.

Como fatores condicionantes poderíamos citar: a intencionalidade e capacidade energética do E, e a postura mental, como o desejo de obter melhoria, do R, na construção de um ambiente favorável. Com certeza, mesmo os que acreditam na eficácia do passe, admitem tratar-se de um procedimento subjetivo, mediado pela fé-confiança e vontade entre E e o R.

O GPCEB procurou com este ensaio pesquisar os efeitos do passe, de forma objetiva e experimental, baseados em resultados e trabalhos precedentes na literatura existente.


2. OBJETIVOS ESPECIFICOS DA PESQUISA

     

Avaliar o efeito da ação/interferência (inibidora ou estimuladora) do passe aplicado sobre colônias de bactérias através de metodologia que esteja adequada ao rigor da pesquisa e do método científico. Para tanto, fizemos a análise estatística dos dados encontrados comparados ao grupo controle.

Além de avaliar a diferença estatística que comprove a capacidade de interferir na ação estimuladora/inibidora em colônias de bactérias  de emissores habituais do passe (EP) e outros que não tem essa função (NP) comparáveis em todos os aspectos. 


      HIPÓTESES EM ESTUDO

    


         EP. # C

         EP # NP

         NP = C


Procurou-se, neste trabalho, testar estatisticamente, as hipóteses explicativas acima levantadas.


3.DESENHO DE INVESTIGAÇÃO






O desenho de investigação a ser implementado neste estudo foi um ensaio clinico-terapêutico randomizado triplo-cego, esquematicamente apresentado abaixo







Foram selecionadas 300 placas de Petri estéreis com meio de cultura apropriado dentro dos padrões da microbiologia. Nelas, foram semeadas um valor equivalente de colônias da mesma espécie e  numeradas (1 a 300). Então, foram  separadas em três grupos de 100 placas cada.

O primeiro grupo recebeu a sigla EP e foram acondicionadas em 5 caixas com 20 placas cada. O segundo grupo, de sigla NP e o terceiro de sigla C, também foram separados em 5 grupos com 20 placas cada.

Foram acondicionadas de forma adequada, com o controle de interferências, tais como, temperaturas transporte, contaminação. No laboratório, o técnico procedeu a semeadura das colônias. Por 5 dias consecutivos, sempre no mesmo horário, as caixas foram retiradas das estufas e abertas pelo técnico. Então, o grupo, composto de 5 emissores de passe (EP) fizeram a imposição das mãos sobre as 100 placas EP com o objetivo de inibir/acelerar o crescimento das bactérias. O grupo (NP), composto também por 5 pessoas, não emissoras de passe, também fizeram a imposição das mãos sobre as 100 placas NP também com o objetivo de inibir/acelerar seu crescimento. Este grupo, foi denominado de grupo placebo (passe-placebo. E o terceiro grupo (C) também constituído de 100 placas foi o controle.

A análise da inibição/crescimento das colônias foram registradas em planilha pelo técnico responsável. 

4. CRITÉRIOS PARA INCLUSÃO E EXCLUSÃO DOS PARTICIPANTES

O critério para inclusão ou não dos participantes, foi não acumulativo. A escolha e definição foram feitas antes do início do estudo. Essa definição do grupo EP baseou-se nos propósitos do estudo e a  facilidade de acessibilidade dos participantes.

Os participantes do grupo EP foram escolhidos pelos seguintes critérios :

- Experiencia prática na emissão energética; 

- Viver na cidade de Santos/SP;

- Não ter feito uso de nenhum medicamento antes de 30 dias que antecederam os experimentos;

- Não ter tido qualquer patologia nos 30 dias que antecederam os experimentos.

                    

Os participantes do grupo (NP) forma escolhidos a partir dos seguintes critérios:

- Não serem espiritas ou adeptos de qualquer religião ou crença filosófica que incorpore a prática do passe;

- Não ter frequentado anteriormente entidade que aplique passes, bem como não ter recebido passes;

O pareamento dos grupos EP e NP foi obtido pelos critérios : sexo, idade, grau de escolaridade.


5. PROCEDIMENTO

Os participantes dos grupos EP e NP foram orientados a seguir os seguintes passos:

- Após a abertura das caixas estender as mãos sobre as placas em uma altura de cerca de 30 cm;

- Durante 3 minutos, os participantes deveriam concentrar seus pensamentos com o objetivo de estimular ou inibir o crescimento das bactérias;

- A seguir, as caixas foram fechadas e reconduzidas a estufa;

- Cada caixa ficou a uma distância de 1 metro das demais, inclusive as placas controle (C), com objetivo de evitar interferências;


O técnico responsável pelas analises fez as observações em períodos diferentes e sem a presença dos pesquisadores e participantes dos grupos.

Antes de cada sessão o roteiro e explicações foram orientados nos procedimentos a serem executados.


6. TECNICA E ANALISE LABORATORIAL

A técnica utilizada para a confecção das placas bacterianas foram as usuais pelos técnicos de laboratório. O responsável pela semeadura das placas tem essa única função, não participando de nenhuma outra fase do estudo.

A análise microscópica do  crescimento das bactérias, e resultados estatísticos, foi realizado por um técnico, com desconhecimento do propósito do estudo.

O médico responsável pelo laboratório, supervisionou todas as etapas.


7. MÉTODOS PARA GARANTIR A INTEGRIDADE DOS DADOS


                     

Além dos procedimentos descritos anteriormente, a integridade foi garantida pela participação de um investigador externo alheio as etapas do trabalho, para a análise dos dados.

Os potenciais vícios foram controlados tomando-se como essencial o desenho triplo-cego:

- Distribuição das placas aleatoriamente;

- Mascaramento que se faz aos participantes nos ensaios clínicos;

- Análise laboratorial de forma cega;

- Análise estatística dos dados também de forma cega;

 

 8. PROCEDIMENTO PARA ACEITE CONSCIENTE DOS PARTICIPANTES DO ENSAIO


    

Todos os participantes receberam copias do protocolo e documento assinado de acordo com a participação.

Os participantes do grupo NP foram selecionados com o auxílio do Departamento de Pessoal do Hospital que forneceu uma lista de identificação dos participantes compatíveis com o pareamento.

Não houve remuneração e ou gratificação para quaisquer envolvidos em todas as fases da pesquisa.


9. PROCEDIMENTO PARA ANÁLISE DOS DADOS


Na análise dos dados procurou-se responder quantas vezes mais um grupo interfere nas colônias de bactérias: EP interfere mais que NP?


   


10 – Conclusões:

Os testes foram paralisados porque a escolha de Placas de Petri com bactérias não era adequada, para as frequências de passes utilizadas, o crescimento era muito rápido. Então o que se aprendeu com isto é, selecionar melhor as bactérias, os meios de alimentação, as frequências de passe e como retardar o crescimento, ou manter a distâncias entre os pontos onde se depositam as bactérias. 

 NR- Este trabalho foi feito nos anos 90 do Século XX.

              


sábado, 22 de fevereiro de 2025

HISTÓRICO E MÉTODO DE TRABALHO SOBRE A FORMAÇÃO DE UM GRUPO DE PESQUISA - Por Gisela Coimbra Régis

HISTÓRICO E MÉTODO DE TRABALHO SOBRE A FORMAÇÃO DE UM GRUPO DE PESQUISA


II SBPE – Simpósio Brasileiro do Pensamento Espírita - 1991


Autoria de:

GISELA COIMBRA REGIS 

GPCEB – Grupo de Pesquisas Científicas Ernesto Bozzano

Biomédica, Mestre em Ciências Biológicas - Área Microbiologia Aplicada , Doutorado em Ciência Biológicas Área Microbiologia Aplicada e Pós-Doutorado na mesma Área todos pela UNESP de Rio Claro - SP. 







I. APRESENTAÇÃO


II. HISTÓRICO


III. ACESSO AS REUNIÕES MEDIÚNICAS


IV. MODIFICAÇÃO DA REUNIÃO


V. MÉTODO UTILIZADO


VI. DIFICULDADES


VII. RESULTADOS


VIII. PESQUISAS A SEREM REALIZADAS

               

IX. CONCLUSÃO


I - APRESENTAÇÃO


                O  presente trabalho tem como finalidade a apresentação do Grupo de Pesquisa Científica ERNESTO BOZZANO, bem como de seus objetivos, métodos de trabalho e resultados alcançados até hoje .

Tem como intuito a divulgação de nosso centro de interesse, que são as reuniões mediúnicas e o material de perguntas e respostas sobre à vida espírita, reunidos nessas reuniões com respostas dos espíritos.

O grupo espera a adesão de outros grupos nesse interesse, para ampliar seus horizontes, proporcionando novos intercâmbios.


II- HISTÓRICO


               Um grupo de cinco jovens, composto por MARCELO REGIS, REINALDO DI LUCIA, ALEXANDRE MACHADO, VLADIMIR GRIJÓ, todos engenheiros, ADEMAR CHIORO, médico, em sua primeira formação e depois GISELA C REGIS, biomédica, pertencentes a Mocidade Espirita Estudantes da Verdade, do Centro Espirita Allan Kardec, de Santos, ansiando por novos meios de estudo, resolveram se unir em julho de 1986.

                Decidiram pela formação de um grupo com caráter científico, sem vínculos com nenhuma instituição, para que pudessem pesquisar a fundo qualquer assunto sem as amarras da satisfação e dos porquês.

                Tinham como objetivo, o estudo dos fenômenos e aspectos científicos relacionados com o Espiritismo, para proporcionar embasamento científico para as inquirições filosóficas. Adotaram o nome de  - ERNESTO BOZANO - como homenagem a um dos primeiros homens a abordar o lado científico de espiritismo. A primeira fase, de julho a dezembro de 1986, foi iniciada com levantamentos bibliográficos no campo da Ciência Espirita. Os participantes, então fizeram pesquisas , levantaram informações, livros, trabalhos, visitas como ao pesquisador Rubens Policastro Meira, recolhendo e se inteirando do que estava sendo feito no Brasil e no mundo sobre Ciência Espirita. Todos esse trabalho culminou em palestras elaboradas e realizadas em vários centros e sociedades.

                Numa segunda fase, que vai de janeiro de 1987 a março de 1989, o grupo adentrou efetivamente no caminho prático, possibilitado pelas reuniões, que nessa época eram feitas duas vezes por mês, uma de caráter administrativo e outra para a troca de informações e experiencias.

               O primeiro objeto de pesquisa foi a KIRLIANGRAFIA. Antes de qualquer medida, o grupo partiu a procura de subsídios teóricos, pois a intenção era a construção de uma máquina KIRLIAN. A máquina  então é construída pelos participantes, baseada no modelo PIRILAMPO, desenvolvido por Hernani Guimarães Andrade e montada com recursos próprios e alguma ajuda financeira.

               No início as fotos eram tiradas em preto-branco, com a revelação feita pela própria equipe que queria acompanhar e dominar todo o processo técnico. Posteriormente, conseguiu-se a sofisticação e forma possíveis fotos coloridas.

               Essa máquina  proporcionou várias pesquisas no próprio CEAK. TRINTA FOTOS  foram tiradas nas reuniões de desobsessão, médiuns foram fotografados antes e depois da mediunização, para posteriores comparações e obtenção do padrão do  Grupo de Pesquisa Cientifica. Atualmente o grupo possui um acervo de 150 fotos Kirlian.

               Resultado deste estudo, trabalhos como “KIRLIAN”, “METAPSIQUICA”, ÖUT OF BODY EXPERIENCE”. Estes trabalhos foram divulgados em palestras nos centros espíritas de Santos/SP, na Sociedade Espirita para o Estudo do Homem (SEEH), na Semana Espirita de Santos, permitindo o reconhecimento do grupo na requisição de seus trabalhos.

                Juntamente com as pesquisas de Kirliangrafia, feita em equipe, os participantes, individualmente, faziam trabalhos como : 

                AÇÂO DO PASSE NO CRESCIMENTO DOS VEGETAIS - realizado por Marcelo Régis, que comparava o crescimento de brotos de feijão. Sendo uma amostra submetida a  ação  energética e outra (controle) não submetida.

                O.B.E. - OUT OF BODY EXPERIENCE, trabalho teórico escrito por Reinaldo Di Lucia.

                EMISSÃO ENERGÉTICA À DISTANCIA E SEUS EFEITOS , trabalhos com Baralho ZENER, que tinha a intenção do domínio do método de pesquisa parapsicologia. Nele foram pesquisadas a telepatia e a clarividência . Trabalho elaborados por todos da equipe.

                Nesta época o grupo colaborava, também, com artigos baseados em suas pesquisas, publicados no Jornal Espiritismo e Unificação e posteriormente no Jornal ABERTURA.

               Então, de março a setembro de 1989, o grupo passa  por uma fase de transição, com reciclagem de seus elementos, ocorre o afastamento de Vladimir Grijó, a volta de Ademar Chioro e a entrada de Gisela C. Régis. Foi um período de ajuste e fortalecimento de seus ideais com a adoção de novas medidas, como a exigência do comparecimento de todos nas reuniões quinzenais, realizadas nos primeiros e terceiros domingos de cada mês no CEAK – Centro Espírita Allan Kardec, das 8:30 às 11:00 horas.

               

III - ACESSO AS REUNIÕES MEDIÚNICAS


               Nesta terceira fase, o grupo constituído agora por Marcelo Regis (Engenheiro Eletrônico) e Gisela Regis (Biomédica), iniciada em setembro de 1989 e que segue até hoje, a equipe decide pelo Estudo Metódico da Mediunidade.

                A proposta era o Estudo do Livro dos Médiuns de Allan Kardec, visando o questionamento de suas respostas, uma a uma, e como complementação, pesquisar a reunião de desobsessão do CEAK.

               Faço um parágrafo para explicar como eram as reuniões de desobsessão, realizada toda terça -feira no CEAK por mais de 30 anos, nos mesmos moldes: Dava-se início  assim  que alguns dos médiuns terminavam uma reunião anterior de aconselhamento, por volta das 20:00 hs

               Contava com a participação de sete médiuns , juntos nessa reunião a muito tempo, mais um doutrinador, um coordenador e duas pessoas de apoio na vibração.

               Os médiuns então se colocavam a  disposição esperando alguma comunicação de um espirito sofredor que se apresentasse. Dessa forma era doutrinado e se não houvesse, a reunião terminava no prazo de 30 minutos.

               A frequência de comunicação era pouca; não havia produção pelo próprio esgotamento da proposta da reunião e os médiuns desestimulados com esse serviço prestado a vários anos. Sentia-se que não havia nada mais a dar.

               Por esse motivo, o grupo de pesquisa Ernesto Bozzano, foi convidado a assumir a coordenação na parte de estudo da reunião.


IV- MODIFICAÇÃO DA REUNIÃO

                O grupo então começou a participar dessa reunião com três elementos. Os nossos objetivos foram colocados aos participantes que eram, pesquisa da mediunidade, intercambio com os espíritos, novas ideias na condução da reunião, divulgação, mudanças e acima de tudo a nossa seriedade com o trabalho.

               Assumimos a reunião com algumas propostas de mudança e ai apareceram as primeiras dificuldades por parte de nossa inexperiência em reuniões deste tipo.

               Sentimos a necessidade de roteiros, pois aquela já não era uma reunião em que só se esperava que os espíritos trouxessem informações, era necessária a troca do mundo material com o espiritual. Houve resistência por parte do doutrinador e alguns médiuns, que se sentiram perdidos sem  seus antigos papéis, havendo a necessidade da mudança de postura.

               Com a modificação, a reunião, a partir desse momento funcionaria da seguinte maneira: faríamos uma retomada do método de Kardec, através de perguntas e respostas obtidas dos espíritos. Discutiríamos e checaríamos nossas duvidas, não mais com a velha ideia de que o que os espíritos dizem é sempre verdade.

               A sala de reunião deveria ter as luzes acesas para a leitura dos roteiros e abandonaríamos a ideia de que há necessidade do escuro para as comunicações.

               As reuniões seriam gravadas em fita e esporadicamente em video. Os médiuns participantes, agora em número de 5, teriam novo papel, de se colocar à disposição e tentar se integrar dos temas para também participarem das perguntas, entrosando-se da reunião como um todo e não mais só no papel de instrumento.

                Os três pesquisadores do grupo, tem o papel de seguir os roteiros das perguntas elaboradas, checagem das respostas, colocação de dúvidas, discussões com os espíritos e evocarem os espíritos.

                Os dois coordenadores disciplinam as perguntas, abrem e fecham a reunião dos vivos.

                 O grupo, fora da reunião, dividem seu trabalho da seguinte forma: participação  nas reuniões de terça-feira, compilação e transcrição das fitas gravadas na reunião, analise das respostas. Além disso, preparação  dos roteiros, baseados nos estudos do GPCEB e duvidas nas respostas obtidas. Evocação de espíritos específicos, para a equipe no plano espiritual, para debate de temas únicos e modificação na linguagem da comunicação com os espíritos.

                

           V - METODO UTILIZADO

                Hoje, as reuniões de estudos mediúnicos, acontecem todas as terças - feiras as 20:00 horas e é iniciada com um relaxamento para a sintonia mental de todos, comandado por um dos integrantes do GPCEB, o médico Ademar Chioro.

                Depois é aplicado o Roteiro A, com perguntas preparadas baseadas nos estudos do GPCEB para debates com os espíritos específicos evocados.

                Se não houver a possibilidade, da visita do espirito evocado, àquele que se dispuser, são feitas questões de ordem geral, com sua história de vida e morte e outros assuntos de interesse.

                Toda reunião produtiva é gravada em fita e esporadicamente, dependendo da experiencia, em video. Assim como, um membro do grupo anota fatos e dados relevantes. Ao final de cada reunião é distribuído aos médiuns um questionário, que tenta captar suas sensações , impressões e tipo de manifestação, com o objetivo de juntar ao máximo as informações para nosso estudo.

                Depois da compilação e transcrição das fitas, relatórios, mais a união do questionário de cada médium, a comunicação é completa e distribuída aos membros do grupo e reunião.

                O GPCEB, coordenou essa reunião de 12/09/89 até  18/06/91, Foram feitas 90 reuniões das quais compilamos 63 fitas transcritas e distribuídas, 45 espíritos pesquisados e duas reuniões em vídeos.


VI - DIFICULDADES

                   As dificuldades encontradas foram sendo sanadas com muita tolerância e paciência, apesar de que algumas vezes tivemos que bater o pé para alcançarmos nossos objetivos.

                A primeira dificuldade encontrada foi a resistência, natural, dos médiuns e  doutrinador. Afinal, qualquer mudança leva a medos, duvidas e receios. Devagar, fomos mostrando nossos interesses, sem tirar a importância de cada um, conseguindo o relaxamento das resistências.

                A segunda dificuldade foi enfrentar as características próprias de cada médium. Muitos, por inibição, medo de animismo, não confiarem na capacidade para ajudar na pesquisa, se fechavam às comunicações. Ainda trabalhamos contra tudo isso, mas sem grandes resultados. Contamos hoje, com a ajuda de dois médiuns psicofônicos e um psicógrafo. A influência do médium é muito grande, pois se receiam, fecham suas portas, mesmo inconscientemente, e a comunicação não acontece. Deixamos de receber muitas comunicações por resistência dos médiuns .E um trabalho difícil, mas estamos tentando novas saídas como a renovação do grupo de médiuns.

                Outra dificuldade constatada foi a maneira de inquerir. Cada vez mais temos tentado uma postura cientifica, deixando de lado, e preocupando-se com a indução de respostas, caráter cada vez mais crítico deixando de lado a ideia de que o que os espíritos dizem é lei.


VII - RESULTADOS


                  Até o momento, o trabalho do GPCEB promoveu resultados como a formação de uma Equipe Espiritual com interesse principal na pesquisa, que nos auxiliaram trazendo espíritos que podiam e queriam responder nossas dúvidas. Com isso, ouros espíritos não interessados se afastaram.

                 A estruturação do CEAK, no plano espiritual, ficou para nós muito bem definida, no esclarecimento do seu organograma, nas equipes que trabalham no dia-a-dia, seus acompanhamentos, permitindo uma divulgação ampla e esclarecedora para o Centro Espirita Allan Kardec.

                Nosso conhecimento da vida espirita também foi bastante ampliado com informações sobre hierarquia espiritual e suas consequências . Sobre como ocorre a proteção vibracional e seus efeitos, o movimento espirita no outro plano, a existência de grupos de estudo e sua continuidade no trabalho espirita, a divergência também na questão religiosa e outros assuntos.

                Permitiu também a realização do trabalho teórico sobre a Emissão Energética à Distância”, baseado nas respostas obtidas dos espíritos, apresentado no CEAK e outros meios, com o objetivo de divulgação, principalmente, como alerta aos médiuns.

                Foi realizado também o trabalho “Mecanismo da Mediunidade”, baseado nos estudos dos livros:  Livro dos Médiuns (Allan Kardec),  Mecanismo da Mediunidade (André Luiz);, Espirito, Perispírito e Alma (Hernani Guimarães Andrade), que traçam alguns esclarecimentos sobre como a mediunidade se processa. Para sua elaboração foram utilizados dados teóricos bem como as observações feitas em nossos médiuns, mais as respostas obtidas dos espíritos. Esse trabalho, foi divulgado em vários lugares como Mocidades Espiritas, CPDoc, Grupos de Ciências, Centros Espiritas e Jornais.

              “Alerta aos Médiuns“, foi outro trabalho feito junto aso médiuns para melhorarmos sua contribuição as nossas reuniões de estudo.

          

                 A ajuda da equipe espiritual na preparação  dos roteiros nos trouxe a contribuição de espíritos com pensamentos diferentes: Padres, teosofos, protestantes, nagô, suicidas, trouxeram seus testemunhos e nos ajudaram na pesquisa do pensamento após a morte, alisado com nossa ajuda a esses espíritos.

    

               Também  ficou a constatação do nosso controle da reunião e não mais dos espíritos. É claro que isso não impediu a aceitação de sugestões e até broncas de nossos amigos.

                Além da elaboração e apresentação de cinco trabalhos apresentados no Simpósio Brasileiro do Pensamento Espirita: “ O Centro Espirita do ponto de vista dos desencarnados” por Marcelo Regis; “Mecanismos da Mediunidade” por Ademar Chioro; “Alerta aos Médiuns, Dinâmica de Grupo com Médiuns “ por Alexandre Cardia Machado; Emissões Energéticas a Distância” por Reinaldo Di Lucia .


VIII - PESQUISAS A SEREM REALIZADAS

 

                  Após esse Simpósio, o  GPCEB,  pretende elaborar uma pesquisa da mediunidade em caráter maior, através de um censo populacional para saber a ocorrência mediúnicas, através de envio do questionário pelo correio e posterior tabulação estatística .

                Também já iniciamos uma nova reunião, separada da terça-feira , com a finalidade de descobrir novos médiuns de potencial maior e que não tenham vínculos com o CEAK, nem com reuniões mediúnicas com o intuito da diversificação de nossos métodos.

                 Assim como atingir a comunicação entre vivos, a Xenoglossia  e dar continuidade ao estudo do material já recolhido através das fitas das reuniões.


IX - CONCLUSÃO 


                  O trabalho tem sido muito gratificante para o grupo permitindo o descobrimento de um mundo dos espíritos composto por espíritos interessantes, alegres, inteligentes que compactuam com nossos interesses aderindo a eles.

                Permitiu desenvolvermos o tema Mecanismo da Mediunidade, derrubando tabus como o da evocação , luz apagada em reuniões mediúnicas, controle de desencarnados das reuniões, encarando com mais objetividade a comunicação interpolados, ampliando a certeza da continuação do trabalho iniciado aqui.

                Enfim, é um campo vasto de pesquisa e que está aberto à todos aqueles que estejam dispostos a enriquecer o Espiritismo.














                 








                

 


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

Livro - A Busca por Planetas Habitados de Alexandre Cardia Machado e Reinaldo Di Lucia

 Livro - A Busca por Planetas Habitados de Alexandre Cardia Machado e Reinaldo Di Lucia

Já está disponível na Página da CEPA o e-book que trata de um dos princípios espíritas.


Baixe gratuitamente:

Na introdução já é possível imaginar a importância do livro, vejam:

Este assunto sobre a existência de vida em outros planetas tem sido objeto da ciência, desde o século XIX em especial. Em função do tamanho do Universo é difícil imaginar que não exista vida extraterrestre. 

Existem fórmulas de cálculo propostas, como por exemplo a Equação de Drake que se utiliza de vários fatores para determinar a quantidade de planetas com potencial de desenvolver a vida. 

Detalhes sobre isto podem ser lidos no Capítulo 20.

À época da elaboração do Livro dos Espíritos esta questão já foi posta, fazendo parte do contexto reencarnatório. 

 Passados 167 anos desde o lançamento do Livro dos Espíritos e outras publicações espíritas que o seguiram já é possível fazer uma “Análise Crítica”. Nos propomos aqui a realizar este trabalho, mesmo sendo espíritas e no fundo tendo o sentimento de que sim deve existir vida em outros planetas, precisamos levar em conta que até o momento isto ainda não foi comprovado. 

Reinaldo e eu, temos escrito sobre este tema faz pelo menos umas três décadas, apresentando vários trabalhos.
 1 – Como Espíritas deveríamos ter sempre a razão acima da fé – o espiritismo postula a fé que raciocina, logo se uma teoria não passa no crivo da razão deve ser posta em dúvida. 
 2 - Em 1997 – Reinaldo Di Lucia, escreveu um trabalho e apresentou no V Simpósio Brasileiro do Pensamento Espírita ( SBPE) – Cosmologia, Exobiologia e Espiritismo um Estudo Sobre a Vida e o Universo. Onde realiza um estudo semelhante, só que focado em Allan Kardec. Reinaldo apresenta um estudo sobre o avanço científico, bastante profundo. 
 3 - Em 2005, no IX SBPE - apresento um trabalho mais atualizado e também mais crítico com respeito às conclusões de diversos espíritos que falam da influência de civilizações extraterrestres no desenvolvimento da Terra e que também trata um pouco da questão da Pluralidade dos Mundos Habitados. Este trabalho, assim como o do Reinaldo considero fundamentais para o estudioso desta questão. 

4 - Em 2007 escrevo sobre - Pluralidade dos mundos habitados uma atualização face ao avanço da ciência, no X SBPE - que de igual maneira analisa as contribuições mediúnicas falsas que interferiram na visão de Allan Kardec, um destes médiuns é o próprio Camille Flammarion. Reitero o convite à leitura deles. 

 5 - Iniciaremos este livro, baseando-nos no trabalho - Uma atualização do conceito de Pluralidade dos Mundos Habitados - este trabalho foi escrito em 2016 e apresentou o status da pesquisa científica com relação a vida fora da Terra naquela data. Nele também analiso as diversas comunicações de espíritos a época de Kardec. Verificando a validade da informação dos espíritos que se intitulavam, àquela época como extraterrestres, assim como também verifico o que chamo de Modelo Cosmológico Kardecista (MCK).

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 Jornal Abertura de janeiro/fevereiro 2025


Nesta edição

Capa Editorial e homenagem ao Jornal Opinião.

Página 2 e 3 – Até Breve Mauricy

Página 4 - ALEGRIA e TRISTEZA no Equilíbrio Mental por Cláudia Régis Machado

Página 5 – Classificados e início da reportagem sobre o Editorial de dezembro de 2024

Página 5 – prestigiem nossos Apoiadores Culturais.

Página 6 - CAINDO NA REAL: as guerras nunca deixarão de existir – Roberto Rufo

Página 6 - BRAVATAS E PATRIOTADAS por Milton Medran

Página 7 - Vamos nos encontrar em Porto Alegre - por Alexandre Machado.

Páginas 8 e 9 - Nossas publicações

Páginas 10 e 11 - Continuação das matérias da capa e da página 5.


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