domingo, 24 de agosto de 2025

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Anais do 15° SBPE - Simpósio Brasileiro do Pensamento Espírita

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quarta-feira, 20 de agosto de 2025

FRANCISCO MADERO - PRESIDENTE ESPIRITA DO MÉXICO - em português e em español - por Jon Aizpúrua

 

FRANCISCO MADERO - PRESIDENTE ESPIRITA DO MÉXICO

 

Jon Aizpúrua

 

Nota da Redação: Este artigo trás a luz aos brasileiros de um personagem importante da história democrática mexicana e que ao conhecer o espiritismo mudou completamente a sua vida. Demonstrando o poder inegável da Doutrina Espírita. Apresentamoos aqui em português e espanhol.

          Francisco Ignacio Madero, erroneamente chamado de Francisco Indalecio Madero (Parras de la Fuente, Coahuila, 1873 – Cidade do México, 1913). Homem simples e idealista, honesto e gentil, político com firmes convicções democráticas e sincera preocupação social, cujo pronunciamento contra a longa ditadura do General Porfirio Díaz desencadeou a Revolução Mexicana. Após seu assassinato enquanto ocupava o cargo de presidente mexicano, ficou conhecido como o "Apóstolo da Democracia".

 

Homem de terno e gravata

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Francisco Ignacio Madero

 

          Além de sua renomada carreira política, ele também tinha o status único e sem precedentes de ser o único governante de um país. Ele expressou publicamente sua adesão à doutrina espírita fundada e sistematizada por Allan Kardec em seus discursos, cartas e livros, bem como sua firme convicção de que o progresso da humanidade deve estar alinhado à evolução moral e espiritual de seus líderes. Portanto, ele via o Espiritismo não apenas como uma forma de compreender o espírito e a vida após a morte, mas também como um guia para as pessoas elevarem sua consciência e se identificarem com os princípios do amor, da liberdade, da justiça e da igualdade.

           Familia e Estudos

            Membro de uma família abastada de proprietários de terras e industriais, primogênito de Francisco Madero e Mercedes González, recebeu sua educação inicial em casa, continuou seus estudos no Colégio Jesuíta San Juan, em Saltillo, e posteriormente consolidou sua formação nos Estados Unidos e na França. Em 1886, seus pais o matricularam nas Academias Culver, em Indiana, e ele então foi para Baltimore, onde estudou agricultura na Escola Saint Mary. Em 1889, foi enviado a Paris, onde moravam vários parentes, para estudar contabilidade, economia política e sistemas comerciais no Liceu Hoche de Versailles, e estudos de avaliação comercial na École des Hautes Études Commerciales (HEC), em Paris. Finalmente, ingressou na Escola Técnica de Agricultura da Universidade Berkeley, em São Francisco.

           Após receber uma educação completa, retornou ao México em 1893 e dedicou-se à administração das propriedades e outros bens do pai; prosseguiu com estudos sobre a produção de vinho em Coahuila; modernizou os sistemas agrícolas; promoveu a educação; e fundou a escola comercial em San Pedro de las Colonias, onde residia. Propôs a construção de represas para abastecer a região durante as secas e, após a publicação da proposta, recebeu uma carta de felicitações do presidente Porfirio Díaz. No entanto, comovido com a miséria da população rural e as condições subumanas dos operários fabris, decidiu ingressar na política, começando em sua região natal e se espalhando gradualmente por todo o país. Madero começou a namorar Sara Pérez Romero por volta de 1897, e eles se casaram seis anos depois. Não tiveram filhos.

          Intensa participação política

          A longa ditadura do General Porfirio Díaz, que durou de 1876 a 1910, consolidou um modelo rígido de ordem política, econômica e social, garantindo a paz imposta ao país como condição indispensável para seu desenvolvimento econômico. Benfeitor da oligarquia agrária, protetor dos privilégios da Igreja Católica e dos investimentos americanos e europeus, o ditador perpetuou seu poder violando o princípio constitucional da não reeleição. A estabilidade política e algumas melhorias econômicas não corrigiram os desequilíbrios sociais e, em vez disso, agravaram a deterioração das condições de vida dos camponeses e da população urbana pobre. Nos anos que seriam os últimos do chamado "Porfiriato", o descontentamento não se limitou aos setores mais desfavorecidos; vozes críticas surgiram entre as próprias elites, novos partidos políticos foram fundados e novas lideranças surgiram, entre elas Francisco Ignacio Madero.

         Sua atividade política começou em 1904, quando concorreu à prefeitura de San Pedro de las Colonias. Com o apoio apenas da família e movido por seus ideais, competiu em desvantagem contra o candidato do partido governista e foi derrotado pela poderosa máquina governamental. Por volta de 1905, os abusos de poder do governador de Coahuila levaram ao início de seu ativismo político: fundou o Partido Democrático Independente e começou a expressar suas ideias no jornal El Demócrata.

         Em 1908, Porfirio Díaz declarou que o povo mexicano estava maduro para a democracia e anunciou a convocação de eleições, sua intenção de não se reeleger e de permitir a participação de outros partidos políticos. Madero aproveitou essa oportunidade para publicar o livro "A Sucessão Presidencial de 1910", uma obra moderada em defesa das liberdades civis e da verdadeira democratização do país, que foi amplamente divulgada e aceita. Mas uma mudança repentina de opinião do presidente, que se declarou candidato novamente, frustrou as expectativas e causou indignação generalizada. Tudo isso apenas intensificou o ativismo de Madero.

          Em 1909, o Partido Nacional Anti-reeleição indicou Madero como candidato presidencial e iniciou sua campanha nacional com o slogan "Sufrágio efetivo e nenhuma reeleição". No entanto, o ditador ordenou sua prisão e encaminhamento para uma prisão em San Luis Potosí. Assim, com seu rival subjugado, o Congresso reelegeu Díaz para um novo mandato de seis anos. Madero concluiu que não era possível chegar ao poder por meio de eleições e que somente uma revolta armada poderia trazer uma mudança real. Em outubro de 1910, conseguiu escapar para os Estados Unidos e, de seu exílio em San Antonio, Texas, publicou o programa político denominado "Plano de San Luis Potosí", no qual denunciava os abusos da ditadura, a necessidade de substituí-la por um governo democrático e a urgência de beneficiar os setores agrários, devolvendo aos camponeses as terras que lhes haviam sido confiscadas. A data de 20 de novembro de 1910 foi marcada para a revolta, à qual os camponeses aderiram com grande entusiasmo. Esta data entrou para a história como um marco que marcou o nascimento da Revolução Mexicana.

          Entre os insurgentes, juntamente com outros líderes locais, estavam alguns dos líderes que desempenhariam um papel fundamental nesse processo: Pascual Orozco, Emiliano Zapata e Pancho Villa. Diante da incapacidade do governo e da impotência do exército, a Revolução logo se espalhou por todo o país e, em 7 de junho de 1911, Madero entrou triunfantemente na capital. Um governo provisório foi formado, convocado para eleições, e em novembro daquele ano, ele assumiu o cargo de presidente constitucional do México.

          Embora o governo Madero tenha durado apenas quinze meses, obteve avanços notáveis em educação, saúde, condições de trabalho e organização do erário público. Também fomentou a atividade econômica, proporcionando maiores benefícios aos produtores de médio e pequeno porte e estabelecendo acordos mais justos e equilibrados com empresas internacionais. Politicamente, estabeleceu um regime de liberdade e democracia parlamentar. No fim das contas, porém, seus esforços se mostraram infrutíferos. Teve que confrontar setores representativos do antigo regime, o militarismo, a oligarquia e o clericalismo, bem como líderes revolucionários agrários como Emiliano Zapata, que exigiam medidas tão radicais que, se adotadas, mergulhariam a nação no caos.

          Em meio a essas lutas, o general Victoriano Huerta, que parecia leal a Madero e gozava de sua confiança, ganhou destaque. Comandante das forças que deveriam defender o governo, ele foi instrumental em uma famosa e ignominiosa traição durante os chamados Dez Dias Trágicos, nome dado aos violentos eventos ocorridos na capital mexicana de 9 a 19 de fevereiro de 1913. Huerta ordenou a prisão de Madero, obrigou-o a assinar sua renúncia e prometeu-lhe permissão para deixar o país com sua família. No entanto, em 22 de fevereiro de 1913, Madero e seu vice-presidente, José María Pino Suárez, foram fuzilados por um grupo de soldados no pátio da penitenciária. 

Seus passos iniciais no espiritismo

           Em suas Memórias, escritas em 1909, Madero relatou seu encontro com as ideias espíritas aos dezoito anos, enquanto estudava administração e comércio em Paris: 

Entre as minhas muitas e variadas impressões daquela época, a descoberta que mais impactou minha vida foi que, em 1891, por acaso, me deparei com alguns números da Revue Spirite, da qual meu pai era assinante e que era publicada em Paris desde sua fundação pelo imortal Allan Kardec. 

          O jovem estudante mexicano comenta que não tinha crenças religiosas ou filosóficas na época e que as ideias católicas de sua infância haviam desaparecido, de modo que se sentia na melhor disposição para julgar os ensinamentos do Espiritismo. Leu o máximo de exemplares daquela revista que conseguiu encontrar e adquiriu as obras de Allan Kardec: 

Não li esses livros, mas os devorei, porque suas doutrinas, tão racionais, tão belas, tão novas, me seduziram, e desde então me considero espírita. 

          Frequentou vários centros espíritas e ficou positivamente impressionado com os fenômenos que presenciou. Foi informado de que ele próprio era médium escrevente e decidiu comprovar isso organizando sessões com seus familiares, seguindo as instruções de Kardec em O Livro dos Médiuns. Após várias tentativas, começou a sentir que uma força além de seu controle movia sua mão com muita rapidez e, nos meses seguintes, as mensagens transmitiram lições importantes para completar sua formação intelectual e enfatizaram questões morais. Parou de beber, tornou-se vegetariano e aprendeu a aplicar técnicas de cura baseadas na homeopatia e no passe magnético. Reconhecia que o Espiritismo o transformara de um jovem depravado e indiferente em um homem justo, bondoso, atencioso e preocupado com o destino do mundo, particularmente de sua pátria. 

 

De volta ao México

 

          Aos vinte anos, Madero retornou ao México, formado profissionalmente como administrador e transformado em suas crenças pelo Espiritismo. Imediatamente entrou em contato com sociedades espíritas, assinava os periódicos então publicados e, com o apoio da família, fundou o Centro de Estudos Psicológicos San Pedro, onde promovia estudos doutrinários enquanto exercia sua faculdade mediúnica. Motivado pelo desejo de difundir os ensinamentos espíritas, Madero adquiriu livros de Kardec, Lèon Denis, Gabriel Delanne, Amalia Domingo Soler, Quintín López Gómez e outros autores de editoras francesas e espanholas, e os distribuiu generosamente a pessoas interessadas que conheceu ao longo do caminho. 

          O movimento espírita mexicano que Madero encontrou ao chegar não estava em seu auge, devido aos obstáculos impostos pelo regime porfiriano devido à sua aliança com a Igreja Católica. No entanto, em anos anteriores, havia demonstrado considerável força e se espalhado por todo o país, graças à atuação de diversas figuras de grande prestígio social, entre as quais o General Refugio González e o intelectual Santiago Sierra. Em 1872, esses homens fundaram uma revista para a divulgação e defesa dos ideais do Espiritismo, intitulada La Ilustración Espírita (A Ilustração Espírita), que circulou até 1893. Essa publicação gozou de grande prestígio no México e no exterior por seu excelente conteúdo e apresentação gráfica. Naquele ano, uma grande assembleia foi convocada a partir de suas páginas, que concordou com a criação da Sociedade Espírita Central da República Mexicana, da qual participaram dezenas de sociedades das principais cidades. Nos anos seguintes, esse órgão central representou o Espiritismo perante as autoridades e o público, conquistando seu reconhecimento e respeito, como ocorreu nos famosos debates realizados no Colégio Hidalgo, na capital, nos quais se discutiu o tema do Espiritismo e sua relação com a ciência, o materialismo e o positivismo. 

          O ano de 1906 pode ser considerado o ponto de partida de uma nova era na vida do Espiritismo mexicano, que, embora breve, foi muito intensa e produtiva em termos de divulgação. Em abril daquele ano, realizou-se o Primeiro Congresso Espírita Nacional, com a presença de delegados de quarenta sociedades espíritas e a participação de representantes de Cuba, Porto Rico, Nicarágua e das cidades de Laredo e San Antonio, no Texas. Foram discutidos temas de grande interesse doutrinário, acatadas as conclusões dos Congressos Espíritas Internacionais de Barcelona (1888) e Paris (1900), e aprovadas importantes resoluções, entre elas a criação de uma comissão científica e experimental para a verificação dos fenômenos psíquicos e mediúnicos, a fundação de uma livraria espírita e de um jornal chamado El Siglo Espírita, que circularia até 1911. Pela primeira vez, acordou-se estabelecer relações com os movimentos espíritas de outras nações para criar uma Confederação Espírita Latino-Americana, projeto que só se tornaria realidade em 1946, quando foi fundada em Buenos Aires a Confederação Espírita Pan-Americana (CEPA). 

          Em 1908, realizou-se o Segundo Congresso Nacional Espírita, reunindo delegados de setenta e cinco centros espíritas. Teve significativo alcance internacional, com a presença de representantes de dez países, e foram discutidos trabalhos submetidos por proeminentes escritores europeus e americanos. Madero participou ativamente de ambos os Congressos, deixando uma marca duradoura com seu conhecimento, seu entusiasmo pelos ideais espíritas e seu status como uma figura pública que já brilhava intensamente no cenário político nacional. Em meio à sua agenda lotada, Madero encontrou tempo para terminar um livro que vinha escrevendo aos trancos e barrancos: Manual Espírita, um resumo dos ensinamentos básicos do Espiritismo, que seria publicado em 1911, após assumir a presidência da nação. Considerou apropriado, para não confundir o ideal espírita com circunstâncias políticas, assiná-lo com um pseudônimo e, neste caso, adotou o nome "Bhima", personagem mítico do texto épico indiano, o Mahabharata. 

           Além de suas leituras constantes, ele também fornecia informações obtidas no mundo espiritual, as quais psicografava. No desenvolvimento de suas atividades mediúnicas, distinguem-se duas etapas, com base em seu conteúdo e propósitos específicos. A primeira abrange os anos iniciais, desde seu retorno ao México até 1905. Uma entidade espiritual que se apresentou como "Raúl", o irmão mais novo que havia falecido tragicamente anos antes, instou Madero a aderir aos padrões morais derivados dos ensinamentos espiritualistas, insistindo que ele evitasse perder tempo com jogos, rejeitasse vícios, dedicasse boa parte de seus bens materiais a ajudar os pobres e lutasse por sua transformação interior. 

          Segundo suas memórias, ele cumpriu a disciplina prescrita e então iniciou uma segunda fase, na qual suas comunicações eram transmitidas por meio de um espírito que se identificava como "José". Agora, tendo superado a luta para controlar seus instintos, essa entidade anunciou que ele deveria se preparar para cumprir uma tarefa desafiadora em defesa da democracia mexicana. Anunciou que escreveria um livro que abalaria o clima político e o ajudaria a cumprir a tarefa que lhe fora confiada. "José" o chamou em suas comunicações de "soldado da liberdade e do progresso" e um "combatente incansável pela causa democrática". 

          Pode-se dizer que as comunicações mediúnicas recebidas por Madero retrataram com admirável precisão o caminho que ele percorreu desde o início do século: sua árdua preparação, a disciplina espiritual que teve que seguir, seus erros e acertos, a publicação de seu livro "A Sucessão Presidencial" em 1910, sua cruzada pelo México erguendo as bandeiras da regeneração moral e política, até que finalmente governou sua amada pátria como presidente. Uma parte significativa dessa obra, tão importante para a história mexicana, veio, em parte, das mensagens que ele recebeu de seu conselheiro espiritual. 

           Vários líderes espíritas ocuparam cargos em ministérios e escritórios durante sua administração de quinze meses. Um deles, que permaneceu ao seu lado como leal amigo e conselheiro, foi o escritor, poeta e jornalista costarriquenho Rogelio Fernández Güell, que serviu como Diretor da Biblioteca Nacional do México, o primeiro e último estrangeiro a dirigir aquela prestigiosa instituição cultural. Fernández Güell desempenhou papel de destaque em ambos os Congressos, fundou e editou a revista Helios e escreveu várias obras relacionadas a temas espíritas, incluindo Psiquis sin velo (Psiquê sem Véu), que dedicou com carinhoso afeto ao presidente. Ele também escreveu um livro histórico e político, El moderno Juárez. Estudio sobre la identidad de Francisco I. Madero (O Juárez Moderno. Um Estudo sobre a Personalidade de Francisco I. Madero), que destacou a imensa tarefa que ele desempenhou como presidente do país. 

           Durante grande parte de sua curta vida, Francisco Ignacio Madero oscilou entre dois polos que dominaram seu pensamento e suas ações: sua prática política e suas convicções espiritualistas. Alguns buscaram separar o Madero político do Madero espiritualista, com base em seus interesses ou pontos de vista particulares. Mas a verdade é que o idealismo de Madero, derivado dos princípios filosóficos e valores éticos do kardecismo, nos quais ele acreditava inequivocamente, norteou suas ações no espinhoso mundo da política partidária. Ele estava convencido de que era possível alcançar uma sociedade melhor, mais humana e inclusiva, livre e equitativa, apelando à educação e à boa-fé dos indivíduos. Talvez houvesse ingenuidade em seu projeto utópico, mas a imensa lição de dignidade que ele nos deixou com seu exemplo e seu sacrifício permanecerá para sempre como um legado indestrutível.


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FRANCISCO MADERO.

EL PRESIDENTE ESPIRITISTA DE MÉXICO

 

 

Jon Aizpúrua

 

 

 

          Francisco Ignacio Madero, llamado erróneamente Francisco Indalecio Madero. (Parras de la Fuente, Coahuila, 1873 – Ciudad de México, 1913). Hombre sencillo e idealista, honrado y bondadoso, político de firmes convicciones democráticas y sincera preocupación social, cuyo pronunciamiento contra la larga dictadura del general Porfirio Díaz desencadenó la Revolución mexicana. Tras su asesinato durante el pleno ejercicio de la presidencia mexicana, pasó a ser conocido con el apelativo de “Apóstol de la democracia”.

 

          A su reconocida trayectoria política se suma la original e inédita condición de ser el único gobernante de un país, que manifestaba públicamente en sus discursos, cartas y libros, su adhesión a la doctrina espiritista fundada y sistematizada por Allan Kardec, y su firme convicción de que el progreso de la humanidad debía estar alineado con la evolución moral y espiritual de sus líderes y por ello veía en el espiritismo no solo una forma de comprender al espíritu y la vida después de la muerte, sino también una guía para que las personas elevasen su conciencia y se identificaran con principios de amor, libertad, justicia e igualdad.

 

 

          Familia y estudios

 

          Miembro de una acaudalada familia de terratenientes e industriales, hijo primogénito del matrimonio formado por Francisco Madero y Mercedes González, recibió en casa sus primeras letras, siguió estudios en el colegio jesuita de San Juan en la ciudad de Saltillo y posteriormente consolidó su formación en Estados Unidos y en Francia. En 1886 sus padres lo inscribieron en las Culver Academies de Indiana y luego fue a Baltimore, donde hizo estudios de agricultura en el colegio Saint Mary’s. En 1889 fue enviado a París, donde vivían varios parientes suyos, para estudiar contabilidad, economía política y sistemas de comercio en el Lycée Hoche de Versalles, y estudios de peritaje mercantil en la École des hautes études commerciales (HEC) de París, y finalmente ingresa a la Escuela Técnica de Agricultura de Berkeley University, en San Francisco.

          Tras haber recibido una esmerada educación, retorna a México en 1893 y se dedica a administrar las haciendas y demás posesiones de su padre; sigue estudios sobre la producción vitivinícola de Coahuila; moderniza sistemas de cultivo; fomenta la educación y funda la escuela comercial de San Pedro de las Colonias en donde se hallaba su residencia. Propone la construcción de represas para dotar de agua a la zona en tiempo de sequías y, al publicarse la propuesta, recibe una carta de felicitación del presidente Porfirio Díaz. Sin embargo, le conmueven la miseria de la gente del campo y las condiciones infrahumanas de los obreros de las fábricas, y se dispone a incursionar en actividades políticas, comenzando en su región natal y progresivamente en toda la nación. Madero inició su noviazgo con Sara Pérez Romero por el año de 1897 y el matrimonio se celebró seis años después. No tuvieron hijos.

 

          Intensa participación política

          La larga dictadura del general Porfirio Díaz que se extendió desde 1876 hasta 1910, había supuesto la consolidación de un rígido modelo de orden político, económico y social, que asegurara una paz impuesta al país como condición indispensable para su desarrollo económico. Benefactor de la oligarquía agraria, protector de los privilegios de la Iglesia católica y de las inversiones estadounidenses y europeas, el dictador se había eternizado en el poder violando el principio constitucional de no reelección. La estabilidad política y algunas mejoras económicas no corregían los desequilibrios sociales y más bien agudizaban el deterioro de las condiciones de vida de los campesinos y los pobres que habitaban en las ciudades. En los que serían los últimos años del llamado ”Porfiriato”, el descontento no se limitaba a los sectores más desfavorecidos, sino que fueron surgiendo voces críticas entre las mismas élites, se fundaron nuevos partidos políticos y aparecieron nuevos líderes, entre ellos Francisco Ignacio Madero. 

          Su actuación política se inició en 1904 al presentarse como candidato a la presidencia municipal de San Pedro de las Colonias. Contando apenas con el apoyo familiar y animado por sus ideales, competía en desventaja con el candidato oficialista y fue derrotado por la poderosa maquinaria oficialista. Hacia 1905, los abusos de poder del gobernador de Coahuila, determinaron el inicio de su activismo político: fundó el Partido Democrático Independiente y empezó a exponer sus ideas en el periódico El Demócrata.

          En 1908, Porfirio Díaz declara que el pueblo mexicano está maduro para la democracia y anuncia la convocatoria a elecciones y su propósito de no presentarse a la reelección y permitir la participación de otras formaciones políticas. Madero aprovecha esta apertura para publicar el libro La sucesión presidencial de 1910, obra de talante moderado en defensa de las libertades civiles y de la democratización real del país que tuvo una gran difusión y aceptación. Pero un repentino cambio de opinión del gobernante, que volvió a postularse candidato, acabó con las expectativas y causó gran indignación. Todo esto no hizo sino intensificar el activismo de Madero.

          En 1909, el Partido Nacional Antirreeleccionista designó a Madero candidato a la presidencia y comenzó su campaña por todo el país con el lema “Sufragio efectivo y no reelección”, pero el dictador ordenó que fuese detenido y llevado a una prisión en San Luis Potosí. Así, con su rival sometido, el Congreso reeligió a Díaz para un nuevo sexenio. Madero llegaba a la conclusión de que no era posible alcanzar el poder por la vía electoral y que solo el levantamiento armado podía llevar a un verdadero cambio. En octubre de 1910 consiguió escapar a Estados Unidos y desde su exilio en San Antonio (Texas) hizo público el programa político llamado “Plan de San Luis Potosí” en el que denunciaba los abusos de la dictadura, la necesidad de sustituirla por un gobierno democrático y la urgencia de favorecer a los sectores agrarios restituyendo a los campesinos los terrenos que se les habían arrebatado. Se fijó el 20 de noviembre de 1910 como fecha del alzamiento, al cual se sumaron los campesinos con gran entusiasmo. Esta fecha ha quedado para la historia como un hito que señala el nacimiento de la Revolución mexicana.

          Entre los insurrectos figuraban, junto a otros caudillos locales, algunos de los líderes que habrían de jugar un papel trascendental en aquel proceso: Pascual Orozco, Emiliano Zapata y Pancho Villa. Ante la incapacidad del Gobierno y la impotencia del ejército, la Revolución no tardó en extenderse por toda la geografía nacional y el 7 de junio de 1911 Madero entró triunfalmente en la capital. Se formó un gobierno provisional que convocó elecciones y en noviembre de aquel año asumió como presidente constitucional de la nación mexicana.

          Aunque el gobierno de Madero duró apenas quince meses, logró para el país notables avances en educación, sanidad, condiciones laborales, organización de la hacienda, y fomentó las actividades económicas, dando mayores beneficios a los medianos y pequeños productores, y estableciendo convenios más justos y equilibrados con las compañías internacionales. En materia política, estableció un régimen de libertades y de democracia parlamentaria. Pero, finalmente, sus esfuerzos fueron infructuosos. Debió enfrentar, a los sectores representativos del antiguo régimen, del militarismo, de la oligarquía y del clericalismo, e igualmente a los líderes revolucionarios agraristas, como Emiliano Zapata, que exigían medidas tan radicales que de ser adoptadas llevarían la nación al caos.

          En medio de estas luchas fue ganando relevancia el general Victoriano Huerta, quien aparentaba ser leal a Madero y gozaba de su confianza. Comandante de las fuerzas que debían defender al gobierno, protagonizó una célebre e ignominiosa traición durante la llamada Decena Trágica, nombre con que son conocidos los violentos sucesos acaecidos en la capital mexicana del 9 al 19 de febrero de 1913. Huerta ordenó que Madero fuese encarcelado, lo obligó a firmar su renuncia y le prometió la salida del país con su familia. Sin embargo, el día 22 de febrero de 1913, Madero y su vicepresidente, José María Pino Suárez, fueron fusilados por un grupo de soldados en el patio de la penitenciaría.

 

 

          Sus pasos iniciales en el espiritismo

 

          En sus Memorias, escritas en 1909, Madero contó cómo fue su encuentro con las ideas espiritistas, a sus dieciocho años, cuando se hallaba en París siguiendo estudios de administración y comercio:

 

Entre mis múltiples y variadas impresiones de aquella época, el descubrimiento que más ha causado trascendencia en mi vida, fue que en 1891 llegaron a mis manos, por casualidad, algunos números de la ‘Revue Spirite’, de la cual mi papá era suscriptor y que se publicaba en París desde que la fundó el inmortal Allan Kardec.

 

          Comenta el joven estudiante mexicano que entonces no tenía ninguna creencia religiosa ni filosófica, y que las ideas católicas de su infancia se habían desvanecido, por lo que se sintió en las mejores condiciones mentales para juzgar las enseñanzas espiritistas. Leyó cuantos ejemplares pudo encontrar de aquella revista y adquirió las obras de Allan Kardec:

 

No leí esos libros, sino que los devoré, pues sus doctrinas tan racionales, tan bellas, tan nuevas, me sedujeron y desde entonces me considero espírita.

 

          Concurrió a algunos centros espíritas y se impresionó favorablemente con los fenómenos que presenció. Fue informado de que él mismo era médium escribiente y decidió verificarlo organizando sesiones con sus familiares siguiendo las instrucciones dadas por Kardec en El libro de los médiums. Después de varios intentos comenzó a sentir que una fuerza ajena a su voluntad movía su mano con gran rapidez y en los meses que siguieron los mensajes trasmitían importantes lecciones para completar su formación intelectual y ponían énfasis en las cuestiones morales. Dejó de beber, se hizo vegetariano, aprendió a aplicar técnicas curativas basadas en la homeopatía y en los pases magnéticos. Reconocía que el espiritismo lo había transformado, de comportarse como un joven libertino e indiferente, en un hombre de justicia, bondadoso, reflexivo y preocupado por el destino del mundo, en particular de su patria.

 

 

          De vuelta en México

 

          A sus veinte años, Madero volvió a México, formado profesionalmente como administrador y transformado por el espiritismo en sus convicciones. De inmediato entró en contacto con las sociedades espiritistas, se hizo suscriptor de las revistas que entonces se publicaban, y con el apoyo familiar fundó el Centro de Estudios Psicológicos de San Pedro, donde impulsaba los estudios doctrinarios a la vez que ejercitaba su facultad mediúmnica. Animado por el deseo de difundir las enseñanzas espiritistas, Madero compraba a las editoras francesas y españolas, libros de Kardec, de Lèon Denis, Gabriel Delanne, Amalia Domingo Soler, Quintín López Gómez y otros autores, y generosamente los distribuía entre las personas interesadas que encontraba a su paso.

 

          El movimiento espírita mexicano que encontró Madero a su llegada no estaba en su mejor momento, debido a los obstáculos que interponía el régimen porfirista por su alianza con la iglesia católica. Pero en años anteriores había demostrado una considerable fortaleza y se había propagado por todo el país, gracias a la actividad de algunas personalidades de gran prestigio social, entre las cuales destacaron el general Refugio González y el intelectual Santiago Sierra. Estos hombres fundaron en 1872 una revista para la divulgación y defensa de los ideales del espiritismo que llevó el título de La Ilustración Espírita y circuló hasta 1893. Esta publicación gozó de un gran prestigio en el país y en el exterior por su excelente contenido y presentación gráfica. En aquel año, desde sus páginas se convocó a una gran asamblea que acordó la creación de la Sociedad Espírita Central de la República Mexicana, a la cual concurrieron decenas de sociedades de las principales ciudades. Durante los siguientes años, este organismo central representó al espiritismo ante las autoridades y la opinión pública, consiguiendo que fuese apreciado y respetado, tal cual sucedió en los célebres debates que se llevaron a cabo en el Liceo Hidalgo de la capital, en los cuales se trató el tema del espiritismo y su relación con la ciencia, el materialismo y el positivismo.

 

          Se podría señalar el año 1906 como punto de partida de una nueva etapa en la vida del espiritismo mexicano, que, aunque breve, fue muy intensa y productiva a los fines de su divulgación. En abril de ese año se celebró el Primer Congreso Espírita Nacional, al cual acudieron delegados de cuarenta sociedades espiritistas y contó además con representantes de Cuba, Puerto Rico, Nicaragua y de las ciudades de Laredo y San Antonio, de Texas. Se discutieron temas de gran interés doctrinario, se aceptaron las conclusiones a las que se había llegado en los Congresos Espiritistas Internacionales de Barcelona (1888) y París (1900), se aprobaron importantes resoluciones, entre ellas, la creación de una comisión científica y experimental para la verificación de los fenómenos psíquicos y mediúmnicos, la fundación de una librería espiritista y de un periódico denominado El Siglo Espírita, que habría de circular hasta 1911. Por vez primera se acordó establecer relaciones con los movimientos espíritas de otras naciones para crear una Confederación Espiritista Latinoamericana, un proyecto que solo se haría realidad en 1946, cuando en Buenos Aires se fundó la Confederación Espírita Panamericana (CEPA). 

 

          En 1908 se reunió el Segundo Congreso Espírita Nacional, que congregó a los delegados de setenta y cinco centros espíritas, y tuvo un significativo alcance internacional, pues contó con la presencia de representantes de diez países, y se discutieron ponencias enviadas por destacados escritores europeos y americanos. En ambos Congresos, Madero participó activamente, dejando una grata impresión por sus conocimientos, su entusiasmo por los ideales espíritas, y por su condición de hombre público que ya brillaba con luz propia en el escenario político nacional. En medio de sus ocupaciones Madero encontró tiempo para terminar un libro que venía escribiendo a ratos: Manual espírita, un resumen de las enseñanzas básicas del espiritismo, que circularía en 1911 después de asumir la presidencia de la nación. Consideró conveniente, para no mezclar el ideal espírita con las circunstancias políticas, firmarlo con un seudónimo, y en este caso adoptó el de “Bhima”, personaje mítico del texto épico indio Majabharata.

 

          A sus continuas lecturas se añadían las informaciones que obtenía del mundo espiritual y que él psicografiaba. En el desarrollo de sus actividades mediúmnicas se pueden distinguir, por su contenido y propósitos específicos, dos etapas. La primera cubre los años iniciales, desde su regreso a México hasta 1905. Una entidad espiritual que se presentaba como “Raúl”, el pequeño hermano fallecido trágicamente años atrás, reclamaba a Madero que atendiera las normas morales que se derivan de las enseñanzas espiritistas, insistiendo en que evitara perder el tiempo en juegos, que rechazara los vicios, que destinara buena parte de sus riquezas materiales para ayudar a los pobres, y que se empeñase en su transformación interior.

 

           De acuerdo con lo que relata en sus Memorias, cumplió con la disciplina señalada y comenzó entonces una segunda etapa, en la cual las comunicaciones se debían a un espíritu que se identificó como “José”. Ahora, ya superada la lucha para controlar los instintos, esta entidad le anunciaba que debería prepararse para cumplir con una exigente tarea en defensa de la democracia mexicana. Le anunciaba que escribiría un libro que sacudiría el ambiente político y le serviría para cumplir con la tarea que le estaba encomendada. “José” le llamaba en las comunicaciones “soldado de la libertad y el progreso” y “luchador infatigable por la causa democrática”.

 

           Podría decirse que las comunicaciones mediúmnicas recibidas por Madero mostraban con admirable precisión el camino recorrido por Madero desde el inicio del siglo, su dura preparación, la disciplina espiritual que debió seguir, sus errores y aciertos, la publicación del libro La sucesión presidencial en 1910, su cruzada por el territorio nacional enarbolando las banderas de la regeneración moral y política, hasta regir como presidente a su amada patria. Una parte significativa de esta obra tan importante para la historia mexicana, provino en parte de los mensajes que recibió de su orientador espiritual.

 

           Varios líderes espíritas tuvieron responsabilidades en la dirección de ministerios y oficinas durante los quince meses que duró su gobierno. Uno de ellos, que estuvo a su lado como un leal amigo y consejero, fue el escritor, poeta y periodista costarricense Rogelio Fernández Güell, quien se desempeñó como Director de la Biblioteca Nacional de México, primer y último extranjero que estuvo al frente de esa prestigiosa institución cultural. Fernández Güell tuvo una relevante participación en ambos Congresos, fundó y dirigió la revista Helios, escribió varias obras vinculadas a los temas espíritas entre las que se destaca Psiquis sin velo que dedicó con entrañable afecto al presidente, y el libro de corte histórico y político en el que ponía de relieve la inmensa tarea que cumplía al frente del país: El moderno Juárez. Estudio sobre la personalidad de Francisco I. Madero.

 

          Durante buena parte de su corta existencia, Francisco Ignacio Madero se movió entre dos polos que dominaban su pensamiento y sus acciones: el de la práctica política y el de sus convicciones espiritistas. Algunos han querido separar al Madero político del Madero espiritista, según sus particulares intereses o puntos de vista. Pero, lo realmente cierto es que el idealismo de Madero, derivado de los principios filosóficos y valores éticos del kardecismo en los que creía de manera inequívoca, orientó sus acciones en el espinoso mundo de la política partidista, convencido de que era posible conseguir una sociedad mejor, más humana e inclusiva, libre y equitativa, apelando a la educación y a la buena fe de las personas. Posiblemente hubo ingenuidad en su proyecto utópico, pero quedará para siempre como legado indestructible, la inmensa lección de dignidad que nos dejó con su ejemplo y su sacrificio.   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Artigo originalmente publicado no Jornal Abertura - agosto de 2025, se acessar o jornal clique no link abaixo:

https://cepainternacional.org/jornal-abertura-agosto-2025/


segunda-feira, 18 de agosto de 2025

CANCELADO - I Concurso Literário - Prêmio Jaci Régis - Relato de experiência atual positiva com jovens no Centro Espírita

I Concurso Literário - Prêmio Jaci Régis - Relato de experiência atual positiva com jovens no Centro Espírita 

    

CANCELADO POR FALTA DE INSCRIÇÕES SUFICIENTES APESAR DA PRORROGAÇÂO DE PRAZOS. 

Agradecemos aos que se inscreveram!

Conte a sua experiência positiva


Regulamento:

Tema –“ Relato de experiência atual positiva com jovens no Centro Espírita“

Objetivo

Divulgar a importância do Centro Espírita em seus diversos aspectos, atendimento ao público, divulgação espírita, atividades socioculturais, em sua comunidade. Queremos publicar um e-book com os 10 melhores trabalhos escritos, com isto esperamos influenciar a outros grupos espírita a fazer a diferença. Nosso apoio é  filosófico e material.

Este livro será oferecido ao público espírita de forma gratuita pelo site do ICKS.

Prazo de Inscrição

15 de dezembro de 2025, este prazo poderá ser estendido caso tenhamos poucos candidatos.

Onde inscrever

Através do Email do ICKS ickardecista1@terra.com.br .

Regras

1.      O candidato deverá enviar a sinopse de uma página do trabalho até 15 de dezembro 2025, na sinopse deverá conter o nome do autores), endereço e Email ao ICKS pelo Email – ickardecista1@terra.com.br ;

2.      O ICKS comunicará por Email ao candidato até o dia 31 de janeiro 2026 se seu trabalho foi selecionado;

3.      Caso selecionado o interessado deverá enviar o trabalho final  até 28 de fevereiro de 2025;

4.      O trabalho deverá ser enviado em Word, letra Arial 12, não podendo ultrapassar 12 páginas A4;

5.      O Trabalho deverá relatar uma experiência com jovens de mocidade espírita real e atual, citando o nome do Centro Espírita, período de realização e incluindo pelo menos 2 fotos de atividades deste grupo;

6.      O Trabalho deverá ser escrito como uma resenha, incluindo: autor(s), pequeno currículo, introdução, desenvolvimento,  crítica, conclusão e bibliografia, se utilizada;

7.      O envio da sinopse de uma página já será utilizada como autorização para o ICKS utilizar o trabalho no livro a ser produzido, bem como referenciá-lo no Jornal Abertura;

Cronograma

·         Divulgação do concurso a partir de agosto de 2025;

·         Conclusão da inscrição do trabalho até de 15 de dezembro de 2025;

·         Avaliação das sinopses dos trabalhos até 31 de janeiro de 2026;

·         Entrega dos trabalhos finais em word por Email até 28 de fevereiro de 2026;

·         Avaliação dos trabalhos até 8 de abril de 2026;

·         Divulgação dos resultados – 15 de abril de 2026;

·         Elaboração do e-book e os livros impressos – 31 de maio de 2026;

·         Solenidade de entrega dos prêmios online – até 30 de junho de 2026.

 

Premiação

1° Colocado – Prêmio em dinheiro de R$ 3.000,00, além de 15 livros Impressos;

2° Colocado - Prêmio em dinheiro de R$ 2.000,00, além de 10 livros Impressos;

3° Colocado - Prêmio em dinheiro de R$ 1.000,00, além de 5 livros Impressos;

Coordenação: última atualização 27/10/2025


Jaci Régis - Escritor espírita, fundador do ICKS, desencarnado em 2010.

A cobertura completa sobre o tema pode ser lida no Jornal Abertura de setembro de 2025

Baixe aqui:

https://cepainternacional.org/site/pt/cepa-downloads/category/45-jornal-abertura-2025?download=354:jornal-abertura-setembro-2025